Natureza

Fotógrafo passou dez anos em árvores para documentar espécies raras

Galeria: Fotografando no alto das árvores

  • Foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA
    Guido Sterkendries passou dez anos no alto de árvores em florestas fotografando espécies raras, como este sapo azul. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Além de fotografar cenas como esta, o belga documentou os efeitos do desmatamento em ecossistemas frágeis. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Esta rã de olhos vermelhos (Agalychnis callidryas) caminha sobre uma planta na floresta tropical da província de Colón, no Panamá. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Este macaco bugio macho foi fotografado por Sterkendries no Pantanal mato-grossense. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Este casal de rãs de olhos vermelhos (Agalychnis callidryas) foi flagrado acasalando durante a estação das chuvas no Panamá. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    A couraça protetora deste grilo também chamou a atenção do fotógrafo na densa floresta panamenha. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Para clicar animais nunca antes vistos, o fotógrafo acampou durante semanas em árvores altas na floresta. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Essa espécie ainda não-identificada de centopeia foi fotografada pelo belga nas matas do Panamá. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)
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    Guido Sterkendries realizou na floresta de Jura, na França, um intenso treinamento para o seu projeto tropical. (foto: GUIDO STERKENDRIES / BARCROFT MEDIA)

O fotógrafo belga Guido Sterkendries passou os últimos dez anos no alto de árvores em florestas tropicais do Brasil e do Panamá, registrando imagens de espécies raras e pouco fotografadas.

Em estruturas de bambu ou madeira, Sterkendries chegou a passar até duas semanas a dezenas de metros de altura, à espera da imagem perfeita.

O fotógrafo testemunhou os efeitos do desmatamento e da poluição sobre ecossistemas frágeis.

Em áreas ainda intocadas no Brasil e no Panamá, ele contou com a ajuda de moradores e tribos locais para encontrar o melhor local para montar acampamento.

Para subir ao topo das árvores, Sterkendries usou uma combinação de cordas e roldanas.

Entre as fotos que tirou na floresta, duas se destacam: a de um sapo venenoso azul, no Panamá, que foi fotografado pela primeira vez por Sterkendries, e a do bugio do Pantanal, um macaco que habita o topo das árvores da região mato-grossense.

Em junho, o fotógrafo pretende viajar do delta do Rio Amazonas até sua nascente para observar os efeitos das áreas desmatadas ao longo do rio.

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