Ciência

Cientistas descobrem novas espécies nas profundezas do Atlântico

Vida marinha

  • Euryalid Ophiuroid-Gorgonocephalus sp., que foi apanhado a cerca de 800 metros abaixo do nível do mar no Oceano Atlântico.
    Cientistas acreditam ter descoberto mais de 10 espécies marinhas após explorar as profundezas do Oceano Atlântico. O estudo utilizou a tecnologia submarina mais recente e acredita-se que tenha criado uma revolução em relação ao conhecimento sobre a vida no mar profundo.
  • Holotúria, apanhada a cerca de 2,5 mil metros de profundidade
    Entre as criaturas capturadas pela equipe do programa internacional de pesquisas MAR-ECO foi encontrado um grupo que se acredita estar próximo da conexão evolucionária que falta entre animais invertebrados e vertebrados.
  • Ctenóforo Batipelágico, encontrado acoplado ao fundo do mar, a cerca de 2,7 mil metros de profundidade
    Muitas outras espécies raras foram coletadas durante a viagem de seis semanas a bordo do navio de pesquisas James Cook. Detalhes da viagem foram reveladas por cientistas da Universidade de Aberdeen.
  • Ctenóforo Batipelágico encontrado acoplado no fundo do mar com tentáculos adesivos
    Os pesquisadores utilizaram um veículo operado remotamente para chegar a profundidades entre 700 metros e 3,6 mil metros, e se concentraram na área abaixo das águas geladas ao norte da corrente do Golfo e nas águas mais quentes ao sul.
  • Enteropneusta, apanhada a cerca de 2,7 mil metros de profundidade
    Os cientistas ficaram surpresos por encontrar animais tão distintos em cada ponta da região. Nas planícies a noroeste, eles encontraram enteropneustas, das quais apenas algumas espécies do Oceano Pacífico tinham sido registradas.
  • Holotúria, apanhada a cerca de 2,5 mil metros de profundidade
    De acordo com o fotógrafo David Shale, que tirou as fotos das criaturas "muitas delas nunca foram vistas antes por ninguém".
  • Hidromedusa encontrada a cerca de 2,5 mil metros de profundidade
    Os cientistas disseram que a pesquisa serve para mostrar que não se pode estudar apenas o que vive em torno da superfície do oceano e ignorar a enorme diversidade de animais que vive nas montanhas e vales no meio do oceano.

Cientistas da Universidade de Aberdeen, na Escócia, anunciaram ter descoberto mais de 10 espécies marinhas após explorar as profundezas do Oceano Atlântico.

O fotógrafo David Shale, que registrou várias espécies, disse à BBC Brasil que "muitas destas criaturas nunca foram vistas antes".

Segundo os pesquisadores, o resultado da expedição pode revolucionar o conhecimento sobre a vida no mar profundo.

O grupo usou uma sonda britânica de exploração controlada remotamente e que é capaz de alcançar uma profundidade de 3,6 mil metros.

Entre as criaturas capturadas pela equipe do programa internacional de pesquisas MAR-ECO, foi encontrado um grupo que se acredita estar próximo do elo evolucionário que falta entre animais invertebrados e vertebrados.

Muitas outras espécies raras foram coletadas durante a viagem de seis semanas a bordo do navio de pesquisas James Cook.

O estudo, que utilizou a tecnologia submarina mais recente, ocorreu em junho.

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