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Soldados russos descansam depois de batalha na Chechênia

O presidente interino da Rússia, Vladimir Putin, está baseando sua campanha na ligação entre a luta contra o crime e a guerra na Chechênia.

Numa carta aberta, Putin disse: "O crime organizado se tornou mais forte, entrou nas cidades e vilarejos, criando raízes em todas as partes. Chegou ao ponto de que uma república inteira - a Chechênia - foi ocupada pelo mundo do crime e se tornou uma fortaleza".

E continuou: "Somente entrando em confronto direto com os bandidos e derrotando-os, conseguiremos abrir caminho para a supremacia da lei, para que um duro golpe seja dado contra o mundo do crime organizado".

Muitos candidatos evitam as críticas contra a guerra na Chechênia e concordam que a operação militar deve ser terminada, mas vários também pediram que mais esforços sejam feitos para se conseguir um acordo político e delinear um programa de reconstrução da república, devastada pelos bombardeios.

Culpa de Yeltsin

Falando na TV russa, o candidato comunista Gennady Zyuganov culpou Boris Yeltsin pelo conflito na Chechênia e disse que é preciso um plano para a reconstrução da indústria petroquímica da região.

O liberal Grigory Yavlinsky, que já foi um ferrenho crítico da guerra na Chechênia, traçou o esboço de um acordo que prevê a criação de três zonas de segurança na Chechênia, cada uma sob uma política distinta, incluindo a implantação de um estado de emergência.

Combatentes chechenos

Até mesmo o candidato presidencial de etnia chechena, Umar Djabrailov, disse apoiar uma operação de "contraterrorismo".

Djabrailov, que é um executivo em Moscou, acha que não há uma guerra contra o povo checheno, mas um desejo de aniquilar os possíveis terroristas.

Ele diz que nunca deveriam ter deixado os terroristas ganhar terreno na Chechênia e que isso teria evitado muitas mortes.

Ella Pamfilova é a única candidata na corrida eleitoral russa. Pamfilova provavelmente resumiu a opinião da maioria ao declarar na televisão pública russa que "não faz sentido discutir se devemos continuar os combates".

" A operação militar deve chegar ao fim de uma maneira firme", afirmou.

Mas a candidata acrescentou: "Combates de guerrilha são inevitáveis e devemos estar preparados para ver a região do norte do Cáucaso continuar a ser um região de muita tensão na Rússia ainda durante muito tempo".

Ela pediu também que o exército seja melhor equipado e que seja implantado um sistema de readaptação para os soldados que retornam da guerra na Chechênia.

 

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