O que é o fidget spinner, que passou de dispositivo para ajudar crianças com autismo ou hiperatividade a febre nas escolas
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Conheça o dispositivo para ajudar crianças com autismo que virou febre nas escolas

Este brinquedo não é jogo de videogame nem aplicativo de celular, mas virou febre entre as crianças de países como Estados Unidos e Reino Unido. Tudo o que o fidget spinner faz é girar e girar.

A versão mais comum desse dispositivo tem três pontas com um centro giratório. Ele gira em alta velocidade sobre um eixo que é apoiado sobre a mão.

Suas cores e figuras diferentes provocam efeitos visuais atraentes – e alguns até brilham no escuro. Por isso, o fidget spinner ganhou recentemente muita popularidade em escolas e parques - e já começou a ser vendido no Brasil.

Só que o brinquedo não é novidade. Ele foi inventado há duas décadas com o propósito de ajudar crianças com autismo ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) a lidar com a ansiedade.

A embalagem do brinquedo ainda o promove como um produto antiestresse para crianças.

No YouTube, vlogueiros ganham milhares de acessos em vídeos sobre truques com o brinquedo e sites especializados oferecem fidget spinners cada vez mais caros e cheios de novidades.

Enquanto a maioria dos fidget spinners custam US$ 2 (R$ 6,20), alguns chegam a mais de US$ 1.000 (R$ 3,1 mil).

De utensílio para ajudar na concentração, o fidget spinner virou moda e chegou a causar polêmica em algumas escolas.

Uma escola na cidade de Henderson, no Estado de Nevada (EUA), chegou a proibir as crianças a levarem o brinquedo na escola porque seria uma “fonte de distração”.

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