Diferença salarial entre homens e mulheres deveria ser proibida por lei, diz Manuela d’Ávila
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Diferença salarial entre homens e mulheres deveria ser proibida por lei, diz Manuela

A deputada estadual gaúcha Manuela d'Ávila é hoje uma das principais lideranças do seu partido, o PC do B, e foi escolhida pela legenda para ser sua pré-candidata à Presidência, a primeira desde a redemocratização.

Em todos os últimos pleitos, o partido apoiou o Partido dos Trabalhadores. Com as vítórias de Lula e Dilma, esteve na base do governo federal até 2016. Agora, pleiteia um espaço próprio na disputa pelo cargo máximo do Executivo nacional.

Manuela é jornalista e foi alçada à política por seu envolvimento com o movimento estudantil. Caso de fato seja confirmada na disputa - uma possibilidade em aberto após o governador do Maranhão, Flávio Dino, também do PC do B, defender que a esquerda se una em torno de Ciro Gomes, do PDT -, será, aos 36 anos, a segunda mais jovem, superada em um só ano por Guilherme Boulos, do PSOL.

Seria sua sétima eleição. Ela já foi vereadora de Porto Alegre, sua cidade natal, e deputada federal entre 2007 e 2015, quando disputou e conquistou uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Mas, nas duas vezes em que concorreu a um cargo no Executivo, a prefeitura da capital gaúcha, foi derrotada.

Manuela agora percorre o país para se apresentar como alguém que representa a renovação na política "sem negá-la ou fazer cara feia para ela". Em passagem por São Paulo, a deputada conversou com a BBC Brasil sobre suas ideias e propostas. A seguir, os principais trechos da entrevista.