Empresários sul-africanos criam produtos para Copa do Mundo

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A chegada da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul está gerando uma onda de novos negócios no país. Empresários estão usando a criatividade para alcançar os milhões de visitantes estrangeiros esperados durante o evento.

Um morador de uma favela no leste de Johanesburgo criou um chapéu pintado à mão que já virou sua marca registrada.

Alfred Baloy usa como matéria-prima capacetes que antes eram usados nas minas subterrâneas. Ele faz parte de um mercado informal, que pode trazer lucro para sul-africanos mais pobres.

Com 3 milhões de visitantes estrangeiros esperados durante o evento, Alfred está fazendo muito barulho para divulgar seus produtos, tentando encontrar um caminho em meio a duras restrições de uso de marca, impostas pela Fifa. Ele não pode usar nenhum logotipo ligado à copa do mundo.

Já a empresária sul-africana Mokgadi Matlako conseguiu permissão para produzir bolsas com as marcas oficiais da copa, incluindo o mascote Zakumi, mas ela garante que não está aqui apenas para ganhar dinheiro fácil.

"Espero trazer esperança à África do Sul. Aos 28 anos, já consegui algo incrível e quero servir de inspiração para as novas gerações", diz ela.

Alfred Baloy também espera que os jovens sul-africanos lucrem com o rastro deixado pela Copa do Mundo.

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