Amazônia

Como a internet mudou a vida de uma tribo amazônica

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O líder indígena Almir Suruí, 35, é o criador de uma iniciativa pioneira de utilizar a internet para valorizar a cultura de seu povo e combater o desmatamento ilegal na reserva indígena Sete de Setembro, em Rondônia, onde mora.

“Eu acho que nossa aliança com a internet é muito importante porque facilita e possibilita que a comunicação fortaleça politicamente nosso povo. O meu povo pode estar falando da ameaça da floresta, do desenvolvimento da floresta, da valorização cultural do povo Suruí.”

A partir de uma parceria com a gigante Google e ONGs como ACT-Brasil e Associação Kanindé, que virou modelo para povos indígenas ao redor do mundo, os Surui já colocaram à disposição dos usuários um “mapa cultural” que dá informações sobre sua cultura e história.

Após receber treinamento da empresa de San Francisco, os Surui querem agora utilizar telefones capazes de tirar fotos da derrubada ilegal de floresta, determinar exatamente o local através de um sistema de navegação por satélite (GPS) e postar a imagem em tempo real na internet ou enviar para as autoridades competentes.

Almir Surui é chefe do clã Gamebey, responsável por tratar dos assuntos ligados à guerra, à diplomacia e ao meio-ambiente. Ao ‘trocar o arco-e-flecha pelo laptop’, como ele mesmo anuncia, revolucionou os três campos de uma só vez.

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