Oriente médio

Egípcios entram em choque com policiais

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No quarto dia de protestos contra o governo do presidente Hosni Mubarak, dezenas de milhares de manifestantes tomaram as ruas do Cairo, capital do país.

A polícia reprimiu o movimento usando bombas de gás lacrimogêneo, canhões d’água e atirando balas de borracha.

Protestos no Egito

Estima-se que protesto de sexta-feira seja o maior até agora.

Em uma praça perto de uma mesquita no bairro de Gizé, partidários do líder da oposição Mohamed ElBaradei - ex-diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e Nobel da Paz - foram espancados pela polícia.

Eles foram agredidos, segundo a imprensa local, ao tentar proteger ElBaradei, que chegou ao Cairo nesta quinta-feira para se juntar às manifestações.

Desde o início das manifestações, na terça-feira, ao menos oito pessoas morreram e mais de mil foram presas.

Cenas de violência foram registradas em ao menos outras noves cidades do país.

As manifestações foram inspiradas em e se seguem a uma onda de protestos que culminou com a queda do presidente da Tunísia Zine Al-Abidine Ben Ali, há duas semanas.

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