Protestos no Egito

Manifestantes se armam com pedras arrancadas de calçadas no centro do Cairo

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Manifestantes estão se armando como podem na praça Tahrir, no centro do Cairo. Além de improvisar barricadas e escudos, eles quebram calçadas e pavimentos do local para armazenar pedras.

Estes projéteis têm sido a principal a arma usada por manifestantes contra e a favor do presidente do Egito, Hosni Mubarak, há trinta anos no poder.

Nesta sexta-feira, milhares de egípcios voltaram a se reunir na praça Tahrir, no 11º dia de protestos contra Mubarak.

Manifestantes recolhem pedars

Manifestantes armazenam pedras na praça Tahrir, no centro da capital.

Muitos dos manifestantes passaram a noite no local para dar início ao que está sendo chamado de "dia da saída" do presidente.

Militares formaram um cordão defensivo em torno da praça Tahrir. Apesar do uso de arame farpado para cercar a praça, os soldados estavam, no entanto, deixando as pessoas entrar normalmente no local.

A ONU estima que mais de 300 pessoas já tenham morrido desde o início dos protestos no Egito, no dia 25 de janeiro.

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