América Latina

Ioga ajuda vítimas do conflito armado na Colômbia

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Uma organização não-governamental colombiana oferece ioga e meditação para pessoas que foram mutiladas no conflito armado do país.

Toda semana, elas passam duas horas concentrando-se em aliviar a dor nos seus corpos.

A primeira instrução da professora Adriana Silva, que abriu a instituição há poucos meses com sócios, é "fechem os olhos".

"Descobri que são completamente receptivos, porque têm todo o tempo a seu favor, já que não têm muito o que fazer por terem sido feridos, mutilados ou ficado cegos."

Ela acredita ser preciso que encontrem uma técnica para liberar as emoções, para ficar em paz consigo mesmos e principalmente para controlar as dores no corpo.

Muitos dos amputados voltam a dar serviço nas Forças Armadas

A maioria dos participantes do curso são soldados feridos por minas terrestres.

Só no ano passado, foram registrados 400 incidentes com minas na Colômbia.

Para as vítimas, a meditação e a ioga servem para canalizar as angústias e traumas dos ferimentos.

Em muitos casos, eles voltam a dar serviço no Exército, e a ioga se transforma numa nova ferramenta que ajuda a refazer as vidas e ver o futuro com otimismo.

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