Brasil vence em campo, mas tem conflito fora do estádio; veja o resumo do dia

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Reportando:

  • Camilla Costa 

Atualizado pela última vez 30 junho 2013

15:56

Horas antes da final da Copa das Confederações no Maracanã, entre Brasil e Espanha, manifestantes já se reúnem na frente e nos arredores do estádio para protestar. Grupos tem diversas demandas específicas.

 

16:02

Pelo menos quatro capitais têm protestos acontecendo neste domingo. O maior deles, no Rio de Janeiro, reúne cerca de 5 mil pessoas de acordo com estimativas da Polícia Militar.

Os manifestantes aproveitaram a ocasião da final da Copa das Confederações, que acontecerá às 19h no Maracanã, para novamente protestar no entorno do estádio contra os gastos excessivos da Copa do Mundo.

Centenas de pessoas também foram às ruas em Salvador, onde aconteceu nesta tarde a disputa do terceiro lugar da Copa das Confederações entre Itália e Uruguai na Fonte Nova. Cerca de 400 pessoas saíram do bairro Campo Grande e caminharam em direção ao estádio em uma manifestação pacífica que não registrou ocorrências.

Também estão programadas para este domingo manifestações em Brasília e São Paulo.

16:02

Caio Quero, Da BBC Brasil no Rio de Janeiro

Manifestantes que partiparam de ato pela manhã se reunem na praca Afonso Pena, na Tijuca. Uma outra manifestacão deve comecar a se concentrar em breve na Praca Saens Pena, no mesmo bairro. A idea dos organizadores é seguir em marcha ate o Maracanã.

O ato da manhã foi organizado pelo Comitê Popular do Rio para Copa e Olimpíada. Segundo Renato Mehl, um dos organizadores, os manifestantes tentaram se aproximar do Maracanã mas foram impedidos pela polícia, que teria interditado as vias próximas ao estádio pouco antes do previsto.

Os manifestantes decidiram então voltar para a praça Afonso Pena.

16:11

Disputando o terceiro lugar da Copa das Confederações, Itália e Uruguai fizeram um jogo emocionante na Fonte Nova, que terminou com a vitória dos italianos somente nos pênaltis.

No tempo regulamentar, o jogo ficou empatado por 2 a 2 e, na prorrogação, nenhuma das equipes conseguiu alterar o marcador.

Na disputa das penalidades, os uruguaios Forlán, Cáceres e Walter Gargano desperdiçaram suas cobranças, decretrando a vitória da Itália, que só não converteu um pênalti com De Sciglio.

Do lado de fora do estádio, manifestantes aproveitaram a ocasião da partida para protestar de forma pacífica contra os gastos excessivos da Copa do Mundo.

TWEET 16:18

Sarah Rainsford , Enviada da BBC News ao Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, fãs posam ao lado do "Caveirão", veículo da policia, do lado de fora do Maracanã. A PM tem 6 mil oficiais na região do estádio.

16:37

Salvador: Depois do protesto nos arredores da Fonte Nova, alguns manifestantes decidiram seguir até o hotel Sheraton, onde está hospedada a delegação da Fifa.

Um grupo de cerca de 150 pessoas foi até o local com faixas e cartazes questionando os gastos excessivos que o Brasil teve para sediar a Copa do Mundo.

O policiamento do Hotel estava reforçado e, por enquanto, nenhuma ocorrência foi registrada.

16:40

Também neste domingo deve acontecer uma manifestação em São Paulo pela desmilitarização da Polícia.

O protesto está sendo organizado pelo Comitê Popular da Copa em parceria com outros movimentos sociais e acontecerá no Vale do Anhangabaú, onde também se concentrarão milhares de paulistanos que irão ao local para assistir à final da Copa das Confederações.

Desta vez, os manifestantes dizem que não farão trajeto algum com o protesto e apenas aproveitarão a oportunidade para conversar com as pessoas que estiverem no local sobre as pautas que propõem.

16:44

Rio de Janeiro: Desde às 10h deste domingo, manifestantes começaram a se reunir na Praça Saens Peña, próximo ao Maracanã.

No total, segundo estimativas da Polícia Militar, cerca de 5 mil pessoas estiveram na região para um protesto que, por enquanto, segue pacífico pelas ruas do Rio de Janeiro.

A intenção dos manifestantes é chegar até o Maracanã, onde acontecerá mais tarde a final da Copa das Confederações entre Brasil e Espanha. A orientação da Polícia, porém, é não deixar que o protesto se aproxime do estádio.

Cerca 6 mil policiais farão a segurança no local, mantendo a manifestação a pelo menos 2 Km de distância do jogo. A tropa de choque e o Bope, o Batalhão de Elite da Polícia Militar do Rio, também faz parte do esquema de segurança do estádio.

A Prefeitura decidiu começar o bloqueio de 19 ruas em torno do Maracanã com seis horas de antecedência para a final.

Até mesmo moradores precisarão estar com comprovantes de residência, conforme avisado pela Polícia ainda no sábado, para serem liberados para transitar nas ruas interditadas.