Egito tem novo dia de tensão e mortes; veja principais fatos

Principais fatos

  • O estopim da crise foi a deposição, em julho, de Mohammed Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito.
  • Acuado pela má situação econômica do Egito e acusado de favorecer a população muçulmana, Morsi era impopular em grande parte do país e acabou sofrendo um golpe militar.
  • Desde então, seus aliados da Irmandade Muçulmana têm realizado protestos constantes no país, pedindo sua volta. O auge da crise ocorreu na quarta-feira, quando acampamentos de apoiadores de Morsi foram duramente reprimidos pelas forças de segurança.
  • Ao menos 638 pessoas morreram na a ação de quarta-feira (esse número, segundo a Irmandade Muçulmana, seria de milhares), o que gerou forte condenação internacional.
  • A crise no país se deteriora por conta da polarização entre os que defendem o golpe militar e os que pedem o retorno da Irmandade Muçulmana ao poder.
  • Nesta sexta-feira, até o momento, mais de 30 pessoas foram mortas em todo o país, em novos conflitos entre manifestantes e forças de segurança.

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Atualizado pela última vez 16 agosto 2013

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