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30 de janeiro, 2002 - Publicado às 12h48 GMT
Nova Justiça Afegã



Com o extraordinário índice de aprovação de 84% do país, o presidente George W. Bush, em seu primeiro discurso sobre o estado da União, pronunciado diante do Congresso na noite de terça-feira, disse entre outras coisas, constantemente interrompidas por aplausos de pé, que a guerra contra o terrorismo apenas começou e pode se expandir.

Bush deu exemplos de grupos terroristas e alertou os governos do Iraque, do Irã e da Coréia do Norte, que teriam adquirido mísseis de longo alcance e armas químicas ou biológicas e estariam aliados ao terrorismo internacional.

Os três países citados, portanto, que se cuidem. E muito.

Entre os convidados especiais de Bush para a ocasião, estavam o líder interino do Afeganistão, o elegante senhor Hamid Karzai, e a ministra afegã para assuntos relativos às mulheres, ilustríssima senhora Sima Samar.

Exibindo admirável prudência, o presidente norte-americano não mencionou nem o notório caso Enron, um escândalo que começa a ocupar espaço cada vez maior nos irriquietos orgãos de imprensa locais e internacionais, nem a vitória sobre o Talebã.

Ou mesmo a derrota do Talebã - se ambas as coisas querem dizer a mesma coisa.

Bush está certo. Continua trilhando o caminho da popularidade.

É bom não falar nesse aspecto da missão no Afeganistão.

Também foi prudente da parte de Bush não convidar para a tradicional cerimônia no Congresso o novo ministro da Justiça afegão.

Algumas de suas propostas talvez não obtivessem o pleno endosso dos senhores deputados e senadores.

Segundo consta, há planos, no Afeganistão, para uma reforma total do sistema legal do país.

Por exemplo: mulher adúltera será punida com apedrejamento. Execução pública (possivelmente só para maiores de idade).

Oitenta chibatadas no lombo para quem consumir álcool.

Prisão para quem tiver a ousadia de espalhar o Cristianismo.

Ah, sim, ladrão! Ladrão continua mais ou menos como era: perda de um ou mais membros do corpo, dependendo do tamanho e da qualidade do furto.

Conforme disse um leitor, numa carta para o The Guardian, de terça-feira, 29 de janeiro: é bom ver que a perda de vidas e de de dinheiro, no Afeganistão, não foi em vão.

 Clique aqui para ouvir esta coluna do Ivan Lessa
 
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