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10 de maio, 2002 - Publicado às 11h30 GMT
Violência: a solução espanhola



A violência no futebol vem se propagando.

Nos campos e fora deles.

Países os mais cordiais andam baixando o sarrafo antes, durante e depois dos jogos, desde os torcedores entre si como entre torcedores e todo mundo que aparecer na frente com cara e jeito de adversário: de juiz e bandeirinha a cartola e ponta-direita do outro time.

De repente, todo mundo virou adversário entre si, se é que essa frase faz sentido.

Olhem a Espanha que, segundo os versados, costumava descontar suas agressões contidas nas arenas de touros.

Na Espanha, a violência no futebol adquiriu proporções catastróficas, ou, se quiserem, de fazer inveja, aos notórios West Ham e Millwall, da liga inglesa.

Na semana passada, Roberto "O Touro" Acuña, do Zaragoza, perseguiu um torcedor aos pontapés de um lado a outro do campo.

Federico Lussenhoff, do Tenerife, saiu de carro pela rua atrás de outro torcedor exaltado que acabou atirando-lhe um tijolo no pára-brisa.

A alta cartolagem culpa os neo-fascistas, que, existindo ou não, andam muito em moda.

Semana passada, um juiz recusou à polícia permissão para retirar do estádio do Real Madrid emblemas fascistas, decretando que, na Espanha, isso não era ilegal.

Mais esclarecida é a proposta do Ministério do Interior, feita no dia 9 de maio, de que estava examinando, juntamente com os clubes, a possibilidade de que o judiciário e a polícia possam forçar os torcedores mais violentos - os hooligans de carteirinha - a assistirem aos jogos de seus times em delegacias.

Ainda não se sabe se em telões ou aparelhos de TV comuns.

O plano irritou muitos espanhóis.

Não, os hooligans não. Irritou os espanhóis bem comportados que querem prisão simples para os hooligans: sem TV e, de preferência, talvez apenas pão e um tiquinho de água.

 Clique aqui para ouvir esta coluna do Ivan Lessa
 
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