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26 de junho, 2002 - Publicado às 10h32 GMT
Trocando as Bolas



 Clique aqui para ouvir esta coluna do Ivan Lessa

Cansou de futebol? Não agüenta mais um oriental de cara pintada agitando bandeira na sua frente? Não tem problema. Daqui de onde estou, é só mudar o canal.

Essas belezas de semifinais – Alemanha e Coréia do Sul, Brasil e Turquia – tiveram seu ponta-pé inicial marcado para meio-dia e meia, hora de Dona Rainha Elizabeth II. Meia-hora depois da primeira raquetada em Wimbledon.

A BBC TV mostra tudo o que pode e merece ser mostrado. Fica no ar – sem comerciais, óbvio - de meio-dia até as 7 ou 8 da noite. Enquanto houver sol, luz, enfim.

Segunda-feira, não posso mentir: fiquei vendo a partida da "pin-up" do momento, a russa Anna Kournikova. Ela não joga bulhufas, mas é uma graça correndo atrás da bolinha amarela e errando saques.

Muito melhor do que ver o novo corte de cabelo do Ronaldo ou as pernas cabeludas de qualquer bisonho meio-de-campo turco ou alemão.

Claro que Anna caiu fora logo no primeiro dia. Tudo bem. Já tem substituta: a eslovaca Daniela Hantuchova, 19 anos, esgalga e votada a "favorita dos fotógrafos" pelos... uai, fotógrafos, claro.

Wimbledon também constituiu uma enorme vantagem para os ingleses. Torcedores, como sempre letalmente insuflados pela mídia, passaram, em menos de uma semana, a idolatrar o sempiterno Tim Henman, cognominado "O Tigre", embora nunca tenha chegado às finais de Wimbledon ou ameaçado vencer qualquer torneio de importância, desde 1993.

Os ingleses só tiveram que mudar de bandeira. A ADEG deles informou: sai bandeira de São Jorge, entra bandeira do Reino Unido.

Nesse ponto, demos azar. Não temos, no momento, um segundo esporte reserva para segurar nossa barra. O danado do Guga ou está com distensão ou odeia mesmo jogar na grama.

Dando besteira – e sabemos muitíssimo bem que a besteira deve sempre fazer parte de qualquer estratégia tática – dando besteira, dizia eu, basta mudar de esporte.

No caso, nossa bandeira poderia ser agitada em meio a urros diante de televisores em bares e churrascarias londrinas que mostram as...os... vamos chamar de "games", "sets" e "matches".

Um último recurso ufanista para quem está em Londres e a perigo. Ir ver uma apresentação, sempre de bandeira e cara pintada, é claro, de Jorge Ben Jor (que já foi Jorge Ben assim como Ronaldo já foi Ronaldinho). Esse não falha, não perde pênalti.

Os ingleses, coitados, nesse setor, o musical, para quebrar o galho, só têm... sejamos francos, não têm ninguém.

 Clique aqui para ouvir esta coluna do Ivan Lessa

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