Irmão de Obama teve entrada negada na Grã-Bretanha

Image caption Boa parte da família de Obama vive no Quênia

Um meio-irmão do presidente americano, Barack Obama, teve sua entrada negada na Grã-Bretanha, em janeiro, por ter sido acusado de ataque sexual em uma visita prévia, confirmou neste domingo o ministério do Interior do país.

Samson Obama, residente do Quênia, pretendia passar alguns dias em solo britânico a caminho dos EUA, para a posse do irmão.

Mas um oficial da imigração do aeroporto de East Midlands notou que um dos documentos com que ele viajava era falso.

Testes subsequentes de impressões digitais, segundo a imprensa britânica, relacionariam Obama com o ataque a uma mulher britânica.

Família grande

No passado, ele foi investigado em relação ao ataque ocorrido na cidade de Berkshire, mas não chegou a responder a um processo.

Um porta-voz da agência britânica de fronteiras disse que, de forma geral, a Grã Bretanha se opunha à entrada no país de pessoas "que não promovam o bem comum".

Samson Obama, proprietário de uma loja de celulares em Nairóbi, tomou então um vôo para os EUA sem entrar formalmente na Grã-Bretanha.

Ele é um dos vários meio-irmãos do presidente Obama.

Seu pai deixou a mãe de Obama e o filho quando este tinha dois anos de idade e viveu a maior parte de sua vida no Quênia, onde teve vários outros filhos com três esposas, antes de morrer em um acidente automobilístico em 1982.

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