Economia

Custo de vida em RJ e SP está mais baixo, diz consultoria

Rio de Janeiro

O custo de vida no Rio e em São Paulo teria baixado por causa do dólar

Rio de Janeiro e São Paulo despencaram no último relatório da consultoria Mercer, Cost of Living Survey from Mercer, que avalia o custo de vida em 143 metrópoles do mundo inteiro, publicado nesta terça-feira.

Na lista do ano anterior, São Paulo tinha ficado na 25ª posição, mas caiu para o número 72, graças a desvalorização do real registrada à época do estudo (março). O Rio, pela mesma razão, despencou de 31º para 73º.

No ranking deste ano, a capital do Japão, Tóquio, desbancou a capital da Rússia, Moscou, como a cidade mais cara do planeta. Em segundo, está outra cidade japonesa, Osaka, seguida por Moscou e Genebra, na Suíça.

A pesquisa da Mercer usa Nova York como índice básico, ou 100 pontos. Dessa forma, todas as cidades são comparadas com a metrópole americana – Tóquio, por exemplo, marcou 143,7 pontos, ou seja: é quase 50% mais cara que Nova York.

As 10 mais caras

  1. Tóquio
  2. Osaka
  3. Moscou
  4. Genebra
  5. Hong Kong
  6. Zurique
  7. Copenhague
  8. Nova York
  9. Pequim
  10. Cingapura

A cidade mais barata do mundo, segundo o ranking, passou a ser Johanesburgo, na África do Sul, tirando Assunção do Paraguai da lanterninha.

Europa em queda

A maioria das cidades europeias caiu na lista, mas a redução mais significativa foi no leste europeu. Varsóvia, a capital da Polônia, caiu 78 posições, da 35ª posição para a 113ª.

A capital britânica, Londres, e a norueguesa, Oslo, saíram da lista das dez mais caras, caindo para 13º e décimo, respectivamente.

Com a valorização internacional do dólar, Nova York entrou entre as dez mais caras, saltando do 22º lugar para o oitavo.

A história se repetiu em Pequim, que entrou na nona colocação, subindo da 20ª.

Já Austrália, Nova Zelândia e Índia registraram um barateamento. A metrópole australiana Sydney perdeu 51 posições, passando do 15º ao 66º lugar. Já Mumbai, na Índia, passou do 66º lugar ao 48º.

Para avaliar o custo de vida, a Mercer compara 200 quesitos, entre eles, habitação, transporte, alimentação, bens domésticos e diversão.

A lista é elaborada pela consultoria para auxiliar multinacionais no cálculo de pacotes para empregados enviados para outros países

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