Americano é acusado de matar filho que confessou ter molestado irmã

Um americano foi acusado pela polícia de Detroit de ter executado o próprio filho adolescente depois de o garoto, de 15 anos, ter dito que molestou a meia-irmã de três anos e meio.

O pai, Jamar Pinkney, teria matado seu filho, Jamar Jr., com um tiro na cabeça, apesar de o garoto ter implorado para ser poupado, segundo a mãe dele, Lazette Cherry.

De acordo com informações veiculadas pelo jornal Detroit Free Press, Cherry tinha alertado Jamar de que o filho teria confessado ter mantido "contato impróprio" com a meia-irmã.

Pinkney, um carteiro de 37 anos, chegou à casa dela com uma arma.

"Ele começou a bater nele ali (na sala). Eu disse 'Não, por favor, pare!'", afirmou Cherry ao jornal.

Segundo ela, depois de bater em Jamar Pinkney Jr., o pai o fez tirar as roupas, levou o adolescente para fora de casa e o obrigou a ficar de joelhos, enquanto o menino gritava "Não, papai! Não!". Pinkney então pegou a arma e matou o filho com um tiro na cabeça.

Pinkney se entregou à polícia, que o indiciou por homicídio qualificado e agressão. Ele poderá ser condenado à prisão perpétua.

"Nenhuma pessoa tem direito de exercer a pena de morte em outra pessoa, não importa o quão repreensível tenha sido o comportamento - por isso temos leis", afirmou a promotora Kym Worthy.

Pinkney trabalhava como carteiro para os Correios dos Estados Unidos desde 1994 e, de acordo com colegas de trabalho e vizinhos, nunca esteve envolvido com episódios de violência ou crime.

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