Ataque aéreo mata 13 rebeldes das Farc na Colômbia

Soldados colombianos
Image caption Luta contra as Farc marcou os dois governos de Uribe

Treze integrantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) foram mortos em um ataque aéreo na Colômbia, entre eles, dois líderes da organização.

Os guerrilheiros estavam tentando retomar uma estratégica área de montanhas perto da costa caribenha quando foram bombardeados.

De acordo com fontes da Inteligência Colombiana, eles haviam sido enviados para a missão pelo número dois das Farc, Ivan Márquez que, acredita-se, estaria vivendo na Venezuela.

Márquez faz parte do grupo de sete pessoas conhecido como Secretariado, que comanda a organização. Ele é o chefe da Frente Internacional dos rebeldes, que cuida das relações internacionais do grupo.

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, afirmou que a ação militar foi um “recado” para Márquez.

Imagens do ataque aéreo mostram uma área da selva destruída e queimada, que seria o local onde os aviões da Força Aérea Colombiana bombardearam um acampamento dos rebeldes em Montes de Maria, na província caribenha de Bolívar.

Os guerrilheiros das Farc estavam tentando restabelecer sua presença na área, de onde se pode observar Cartagena e a costa caribenha.

O presidente Álvaro Uribe, que fez da guerra contra a organização o marco de seus dois mandatos no governo, enviou uma mensagem para Márquez, a quem ele chamou de “diplomata do terror”.

“Nós sabemos onde está Ivan Márquez”, disse o presidente, afirmando que a ação militar foi um “recado para ele” e para os planos das Farc de retomar o controle sobre algumas áreas da Colômbia.

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