Funcionária de escola é presa por sexo com alunos na Grã-Bretanha

Hina Patel (Foto: syndication@liverpool.com)
Image caption Hina Patel, de 37 anos, supervisionava alunos 'indisciplinados'

Uma funcionária de uma escola na Grã-Bretanha foi condenada a 16 meses de prisão por ter feito sexo com dois alunos menores de idade.

Hina Patel, de 37 anos, cuidava da supervisão de alunos indisciplinados na Birkdale High School, na cidade de Southport, ao norte de Liverpool.

A ré, que foi demitida da escola, admitiu ser culpada das duas acusações de conduta imprópria, abusando de cargo de confiança.

Patel, separada com dois filhos, conheceu os dois alunos, ambos de 15 anos, no trabalho e pegou seus números de celulares.

Segundo a promotoria, Patel passou a trocar mensagens de texto com os alunos, que inicialmente eram amistosas, mas foram evoluindo para mensagens de conteúdo sexual.

Uma semana depois, ela convidou os rapazes para irem à sua casa. Os dois a visitaram ao mesmo tempo. Quando um deles foi ao banheiro, Patel teria ido ao seu encontro e o levado para o seu quarto.

"O garoto disse à polícia que ela começou a tocá-lo e a beijá-lo e que isso levou a uma relação sexual", revelou o promotor, Martin Decker.

O segundo rapaz ficou esperando na casa até que Patel retornasse de seu segundo emprego, de atendente de bar em um clube de golfe. Quando ela retornou, fez sexo com o garoto, que dormiu na casa e ganhou, de Patel, uma nota de cinco libras (R$ 13) para pegar o trem de volta para casa.

‘Vergonha e remorso’

O advogado de defesa, Patrick Williamson, disse que sua cliente sentia "vergonha e remorso" por suas ações.

Ele a descreveu como boa mãe e trabalhadora que, depois de se separar do marido, foi diagnosticada com depressão.

Para o juiz do caso, John Rogers, as acusações eram "tão sérias, que justificam a prisão imediata" da acusada.

Ela foi proibida de trabalhar com jovens de menos de 16 anos, de ficar sozinha na companhia de menores de 16 e de usar redes sociais na internet para contatar crianças.

O diretor da escola em que trabalhava, Gary Loveridge, disse: "O jeito com que ela se insinuou na vida desses dois jovens foi repugnante".

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