América Latina

Em imagens: Haitianos lutam contra epidemia de cólera

GALERIA DE FOTOS: EPIDEMIA DE CÓLERA NO HAITI

  • A epidemia de cólera já afetou 171 mil haitianos, segundo o Ministério da Saúde do país. Calcula-se que cerca de 3,6 mil pessoas tenham morrido em decorrência da doença. Foto: Alessandra Corrêa
  • O tratamento é relativamente simples, mas precisa ser feito nas primeiras horas. Muitos haitianos, porém, não têm informações sobre a doença, e acabam procurando ajuda tarde demais. Foto: Alessandra Corrêa
  • Entre as vítimas, muitas são crianças. Este menino estava internado havia três dias em uma clínica na favela de Waf Jerémie sem receber visitas de parentes. Foto: Alessandra Corrêa
  • Nos centros de tratamento montados em Porto Príncipe por organizações humanitárias e voluntários, os pacientes são divididos em alas, de acordo com a gravidade da doença. Foto: Alessandra Corrêa
  • O tempo médio de internação é de três dias. Durante esse período, os pacientes recebem reidratação e são acompanhados por enfermeiros e voluntários. Foto: Alessandra Corrêa
  • Modelus de Treville tem 102 anos e foi internado logo após os primeiros sintomas da doença. A neta permaneceu ao seu lado durante os quatro dias em que ficou em um centro de tratamento na favela de Cité Soleil. Foto: Alessandra Corrêa
  • Nas clínicas montadas em Porto Príncipe para o tratamento de cólera, todos são obrigados a lavar as mãos antes de entrar. Enfermeiras e voluntários tentam educar a população sobre cuidados de higiene básicos que podem prevenir a doença. Foto: Alessandra Corrêa

Desde outubro do ano passado o Haiti sofre com uma epidemia de cólera que já afetou 171 mil pessoas e deixou cerca de 3,6 mil mortos, segundo o Ministério da Saúde haitiano.

A falta de infraestrutura básica no país, destruída no terremoto de janeiro de 2010, e a situação precária em que vive boa parte da população, em favelas e acampamentos de desabrigados, ajudam a propagar a doença.

Apesar de o tratamento ser relativamente simples, ele precisa ser feito nas primeiras horas após a manifestação dos sintomas. No entanto, muitos haitianos não têm informações sobre a doença e não conseguem receber ajuda a tempo.

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