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Fotógrafo registra aperto em metrô de Tóquio

Galeria de Fotos: aperto no metrô de Tóquio

  • Foto: Michael Wolf
    O fotógrafo Michael Wolf decidiu passar 30 dias em uma estação de metrô da capital japonesa registrando as expressões dos passageiros a caminho do trabalho na hora do rush.
  • Foto: Michael Wolf
    O metrô de Tóquio é considerado o mais movimentado do mundo, com uma média de mais de 6 milhões de passageiros por dia. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    As imagens relembram situações que podem ser vividas em qualquer metrópole do mundo. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    As fotografias foram tiradas em uma estação da linha Odakyu, a única em que Wolf podia chegar bem perto das janelas dos trens. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    Segundo o fotógrafo, muitas das pessoas se incomodavam com a presença da câmera. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    Muitos passageiros fechavam os olhos, como se estivessem tentando escapar das sensações de ansiedade e nojo. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    Também havia aqueles que olhavam diretamente para a câmera, mas sem nenhuma reação óbvia. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    As imagens fazem parte do projeto "Tokyo Compression", ou Aperto em Tóquio, que se transformou em um livro da editora Peperoni Books. Foto: Michael Wolf
  • Foto: Michael Wolf
    As fotografias também estão sendo exibidas pelo Forum fur Fotografie, em Colônia, na Alemanha. Foto: Michael Wolf

O metrô de Tóquio é considerado o mais movimentado do mundo, com uma média de mais de 6 milhões de passageiros por dia.

O fotógrafo Michael Wolf decidiu passar 30 dias em uma estação de metrô da capital japonesa registrando as expressões dos passageiros a caminho do trabalho na hora do rush.

As imagens relembram situações que podem ser vividas em qualquer metrópole do mundo: o aperto no vagão, o cheiro de suor ou de perfume de outro passageiro, a sensação de ser espremido contra uma porta, o cotovelo de um estranho nas suas costelas.

As fotografias foram tiradas em uma estação da linha Odakyu, a única em que Wolf podia chegar bem perto das janelas dos trens.

Segundo o fotógrafo, muitas das pessoas se incomodavam com a presença da câmera, como se elas repentinamente se dessem conta da situação horrível em que se encontravam.

Alguns passageiros protegiam o rosto com as mãos, enquanto muitos fechavam os olhos, como se estivessem tentando escapar das sensações de ansiedade e nojo.

Também havia aqueles que olhavam diretamente para a câmera, mas sem nenhuma reação óbvia.

As imagens fazem parte do projeto Tokyo Compression, ou Aperto em Tóquio, que se transformou em um livro da editora Peperoni Books. As fotografias também ficarão em exibição no Forum fur Fotografie, em Colônia, na Alemanha, até o dia 20 de fevereiro.

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