Protestos no Egito

Violência toma conta dos protestos no Cairo

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    A Praça Tahrir, no centro do Cairo, foi palco de violentos confrontos entre defensores do regime de Hosni Mubarak e opositores. (Crédito:AP)
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    No embate, que durou várias horas, manifestantes rivais atiravam pedras e paus uns nos outros. Muitos subiam em veículos militares ou iam até o topo de edifícios para lançar os objetos. (Crédito:AP)
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    Opositores a Mubarak destruiram o pavimento da Praça Tahrir, que significa liberdade em árabe, para usar pedaços de concreto como "munição". (Crédito:AP)
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    Partidários de Mubarak invadiram Praça Tahrir, local que vinha sendo dominado por manifestantes da oposição.
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    Muitos manifestantes entraram na praça montados em camelos, até serem derrubados e espancados por opositores ao regime.
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    Defensores de Mubarak também foram aos prostestos em cavalos e usavam chicotes para atacar rivais.
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    Os confrontos deixaram centenas de feridos na Praça Tahrir nesta quarta-feira, mas ainda não há uma estimativa concreta.
  • Antes dos choques, o Exército pediu que população deixasse as ruas no centro do Cairo. Entre os defensores do regime, alguns apoiam sua decisão de Mubarak de deixar o poder em setembro e outros querem que ele siga no poder por mais um mandato.
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    Opositor ao regime mostra bandeira do Egito manchada de sangue.Após uma semana de manifestações, há cerca de 300 mortos, segundo estimativas da ONU.

A Praça Tahrir, no centro do Cairo, vem sendo palco dos protestos contra o regime do presidente Hosni Mubarak desde que os manifestantes começaram a tomar as ruas, há nove dias.

No entanto, a marcha que até então vinha sendo relativamente pacífica se tornou violenta nesta quarta-feira. Os confrontos começaram quando centenas de partidários de Mubarak chegaram à praça, até então dominada por opositores.

Choque entre partidários de Mubarak e opositores deixou centenas de feridos

Muitos deles foram montados em cavalos ou camelos e atacaram os rivais com chicotes. Os manifestantes críticos a Mubarak revidaram com paus e pedras - retiradas até mesmo do pavimento da praça.

O governo pediu que os manifestantes obecessem o toque de recolher e voltassem às suas casas. Mas o confronto atravessou a tarde e continuava durante a noite.

Pelo menos três pessoas morreram e centenas ficaram feridas, segundo o governo egípcio.

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