Natureza

Em fotos, americano mostra intimidade com tubãroes

GALERIA DE FOTOS: meus amigos, os tubarões

  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    O americano Jim Abernethy passou os últimos 35 anos praticamente vivendo com tubarões e afirma ter criado um ‘laço de confiança’ com os animais. ‘Passo 320 dias por ano no meu barco, fazendo expedições em alto-mar. Descobri que, se você trata os animais com respeito, eles se aproximam.’ (Foto tirada em 2008 nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
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    Ele fotografou os animais em seus habitats naturais, nas águas das Bahamas, do México e da África do Sul. (Foto tirada em 2008, nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
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    No início, usou peixes para se aproximar. Agora, não tem dificuldades em fotografar os animais de perto. ‘Alguns já me seguem, são como meus amigos. Sentem-se confortáveis na minha presença. Com 15 deles tenho uma relação similar à que as pessoas têm com seus cachorros.’ (Foto tirada em 2010 nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    Em seu barco, ele leva fotógrafos e documentaristas para obterem imagens impressionantes sobre o ecossistema marinho. (Foto tirada em 2003 nas Bahamas Jim Abernethy/Barcroft Media)
  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    Ele diz dedicar sua vida à preservação dos tubarões. Remove ganchos e parasitas de seus corpos e faz campanha pelo fim da caça predatória, que tem como alvo a barbatana do animal. (Foto tirada em 2008, nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    Segundo Abernethy cerca de 100 milhões de tubarões são mortos por ano, ‘geralmente de forma cruel, desmembrados enquanto ainda estão vivos’. (Foto tirada em 2008, nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    Para o conservacionista, os tubarões são essenciais para manter um ‘equilíbrio saudável’ no ecossistema marinho. (Foto tirada em 2004 nas Bahamas. Jim Abernethy/Barcroft Media)
  • Jim Abernethy/Barcroft Media
    Há alguns dias, durante uma expedição no mar, Abernethy disse que um tubarão o confundiu com uma presa e o mordeu no braço, quase levando-o à morte por sangramento. ‘Mas estou bem e vou me recuperar. Enquanto isso, milhares de tubarões não têm a mesma sorte e morrem diariamente.’ (Foto: Jim Abernethy/Barcroft Media)

Com 35 anos de experiência no trato com tubarões, o americano Jim Abernethy, 53, não tem medo de chegar perto de perigosas espécies de predadores marinhos. “Descobri que, se você os trata com respeito, eles ganham confiança e se aproximam”, disse Abernethy, autor de fotos que retratam os tubarões a uma proximidade impressionante. “Criei um laço de confiança com eles.”

Algumas das fotos estão no livro Sharks – Up Close (Tubarões – De perto), feito por Abernethy e vendido em seu site (www.scuba-adventures.com). No livro, o autor expressa seu “amor por essas criaturas incompreendidas”.

“Dedico minha vida a eles. Passo 320 dias por ano no meu barco, fazendo expedições em alto-mar.

Jim Abernethy/Barcroft Media

Americano não tem medo de se aproximar dos predadores

Removo anzóis e parasitas de seus corpos. Eles ficam confortáveis na minha presença”, relatou à BBC Brasil por telefone. “Com 15 deles, tenho uma relação similar à que as pessoas têm com seus cachorros.”

Abernethy tem uma empresa que oferece passeios de mergulho na Flórida e aluga seu barco para que fotógrafos e documentaristas produzam imagens da vida marinha. Ele também diz trabalhar em conjunto com grupos conservacionistas para combater a caça predatória dos tubarões.

Em janeiro, pela primeira vez, ele foi atacado por um dos predadores. “Um tubarão me confundiu com um peixe e me mordeu no braço”, contou. Mas isso não o desestimulou a proteger os animais.

“Estou bem e vou me recuperar. Enquanto isso, milhares de tubarões não têm a mesma sorte e morrem diariamente de forma cruel, desmembrados enquanto ainda estão vivos.”

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