Tragédia no Japão

Governo japonês dá início a megaoperação de resgate e ajuda humanitária

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Um dia após o terremoto e o tsunami que devastaram a costa leste do país, o governo japonês lançou uma grande operação de resgate e ajuda humanitária nas áreas mais afetadas, onde o número de mortos já passa de 350 e os desaparecidos já são 700.

Cidades e vilarejos inteiros foram destruídos pelo tremor de 8,9 de magnitude e por ondas de até 7 metros.

O governo declarou estado de emergência nuclear, após o sistema de resfriamento de cinco usinas falhar e provocar o risco de um vazamento.

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Terremotos secundários também atingiram a região, horas após o tremor inicial. O mais grave ocorreu nas Províncias de Nagano (centro) e Niigata (costa oeste) e foi sentido na capital do país, Tóquio, onde os edifícios voltaram a tremer.

Segundo o governo, milhares de militares foram mobilizados para participar das operações, além de 300 aviões e 40 navios.

Debaixo d'água

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O tremor que ocorreu por volta das 15h (horário local do Japão, 3h da manhã em Brasília) foi 8 mil vezes mais forte que o da Nova Zelândia. Segundo a mídia japonesa, o número de mortos pode passar de 1.300.

O premiê Naoto Kan participou de reuniões de emergência na manhã deste sábado (horário local) e deve seguir para as áreas do desastre, inclusive para as usinas nucleares em estado de alerta.

“Nosso governo fará todos os esforços possíveis para assegurar a integridade e segurança das pessoas e também minimizar os estragos causados pelo terremoto”, disse o premiê à imprensa japonesa.

Vídeo mostra carros, barcos e destroços levados por tsunami em Miyaku

De acordo com o correspondente da BBC em Tóquio, Roland Buerk, a cidade de Rikuzentakada, na Província de Iwate (costa leste), amanheceu praticamente debaixo da água – poucos prédios podiam ser vistos.

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Na cidade portuária de Sendai, uma das mais atingidas, a polícia informou foram encontrados entre 200 e 300 corpos.

Sendai, na província de Miyagi, é uma das cidades mais próximas do epicentro do sismo de magnitude 8,9, o mais forte já registrado no Japão.

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