Oriente médio

Caça americano cai na Líbia; Trípoli sofre terceira noite de ataques

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Um avião de guerra americano caiu na Líbia nesta terça-feira, segundo informou o Comando Militar dos Estados Unidos na África.

O porta-voz do Comando da África Kenneth Fidler disse à BBC que a aeronave que caiu - um caça F-15 Eagle - aparentemente não foi alvo de "ação hostil".

O avião caiu no vilarejo de Bu Mariem, a leste de Benghazi, cidade controlada por rebeldes.

Segundo Fidler, o F-15 sofreu o acidente na noite passada. Os dois tripulantes do caça foram resgatados.

Uma coalizão internacional liderada pelos EUA vem atacando alvos militares na Líbia desde o sábado, agindo sob mandato do Conselho de Segurança da ONU. O órgão aprovou uma resolução permitindo a criação de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, para proteger civis contra forças leais ao coronel Muamar Khadafi.

AP

Líbios inspecionam caça F-15 Eagle que caiu perto de Benghazi

Bombardeios

A capital da Líbia, Trípoli, foi alvo na madrugada desta terça-feira, pela terceira noite seguida, de ataques aéreos e com mísseis promovidos pela coalizão internacional que tenta impor uma zona de exclusão aérea no país.

Segundo o governo líbio, os ataques deixaram vários civis mortos. As informações não puderam ser confirmadas de maneira independente.

Explosões e disparos de artilharia anti-mísseis foram ouvidos perto do complexo onde vive Khadafi em Trípoli, no bairro de Bab al-Aziziya.

Khadafi está no poder na Líbia há mais de 40 anos. Um levante contra ele começou no mês passado em meio a uma onda de revoltas em países árabes ou muçulmanos que já provocou as renúncias dos presidentes da Tunísia e do Egito.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta segunda-feira, durante visita ao Chile, que seu país deve transferir seu papel de liderança na coalizão internacional “em questão de dias” para assegurar que a responsabilidade pela imposição da resolução da ONU seja dividida.

Ele também afirmou que os Estados Unidos desejam ver Khadafi fora do poder, mas insistiu que único objetivo da campanha militar da coalizão é proteger civis.

Além dos Estados Unidos, participam da coalizão França, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá e Itália. Outros países, incluindo Espanha, Bélgica, Dinamarca e Catar já anunciaram que se juntarão à coalizão.

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