casamento real

Em imagens: Sangue azul já importa menos em casamentos reais

GALERIA DE FOTOS: Príncipes e plebeias, princesas e plebeus

  • Foto: Mario Testino / PA
    O príncipe William e Kate Middleton se juntarão ao grupo de casais formados por jovens príncipes e princesas europeus que escolheram plebeus e plebeias como companheiros. De uma família de classe média, Kate tem origem mais humilde do que Lady Di, que era filha de nobres ingleses. Foto: Mario Testino / PA
  • Foto: Bengt Nyman / Wiki Commons
    Após sete anos de namoro, a princesa Victoria, herdeira do trono da Suécia, se casou com seu personal trainer, Daniel Westling. A união foi alvo de críticas por parte da imprensa, mas foi prestigiada pelos principais casais "mistos" da nova realeza europeia. Foto: Bengt Nyman / Wiki Commons
  • Foto: Prolineserver / Wiki Commons
    Apesar de ter nascido em uma família rica alemã, a rainha Sílvia, da Suécia, também não tem origem nobre. Seu pai era um empresário alemão e sua mãe é brasileira. A futura rainha conheceu o então príncipe herdeiro da Suécia, Carl Gustaf, durante os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. Foto: Prolineserver / Wiki Commons
  • Foto: Prolineserver / Wiki Commons
    A economista argentina Máxima Zorreguieta conheceu o príncipe holandês Willem-Alexander em um festival espanhol. Na ocasião, o príncipe se apresentou somente como Alexander, sem revelar sua origem nobre. O casamento gerou controvérsia por que o pai de Máxima foi ministro durante o regime militar argentino. Foto: Prolineserver / Wiki Commons
  • Foto: Snowflake2235 / Wiki Commons
    O relacionamento da plebeia Mette-Marit com o príncipe herdeiro Haakon, da Noruega, também causou polêmica. Filha de um jornalista e de uma dona de casa, ela teve um filho com um homem condenado por posse de drogas. Hoje, Mette-Marit é popular entre os súditos noruegueses. Foto: Snowflake2235 / Wiki Commons
  • Foto: Prolineserver / Wiki Commons
    Mary Donaldson conheceu o príncipe herdeiro Frederik, da Dinamarca, em um pub durante as Olimpíadas de Sydney, em 2000. A australiana, filha de um professor de matemática, trabalhava como publicitária e teve que enfrentar a resistência da rainha Margrethe até casar-se com o príncipe, em 2004. Foto: Prolineserver / Wiki Commons
  • Foto: א (Aleph) / Wiki Commons
    A esposa do príncipe Henri de Luxemburgo, Maria Teresa Mestre, vem de uma família rica de Cuba que se mudou para os Estados Unidos após a revolução de 1959. Assim como William e Kate, Maria Teresa e o príncipe foram colegas na Universidade de Genebra, na Suíça, onde frequentaram aulas de ciências políticas. Foto: א (Aleph) / Wiki Commons
  • Foto: Luis Carlos Díaz / Wiki Commons
    A jornalista Letizia Ortiz se tornou notícia na Espanha ao anunciar seu casamento com o príncipe Felipe, herdeiro do trono espanhol. Filha de um jornalista e uma enfermeira, Letizia já havia sido casada com um professor universitário antes de conhecer o príncipe. Foto: Luis Carlos Díaz / Wiki Commons
  • Foto: BBC
    A atriz americana Grace Kelly tornou-se um ícone da realeza após abandonar a carreira para casar-se com o príncipe Rainier 3º, monarca do principado de Mônaco. Suas duas filhas, Caroline e Stephanie, foram casadas por duas vezes com plebeus. Seu filho Albert, atual príncipe de Mônaco, é noivo da ex-nadadora sul-africana Charlene Wittstock. Foto: BBC
O príncipe William e Kate Middleton

O casal britânico fará parte do grupo de jovens príncipes casados com plebeus

Após o casamento real, o príncipe William e Kate Middleton se juntarão ao mais novo grupo de casais formado por príncipes e princesas europeus que escolheram plebeus e plebeias como companheiros.

Os casamentos reais em que o sangue azul não é um pré-requisito tem sido uma tendência da nova geração da monarquia europeia e tem precedentes mais antigos em países como a Suécia e o principado de Mônaco.

Ao contrário da mãe de seu noivo, Lady Diana Spencer, Kate Middleton não é aristocrata. Lady Di, que acabou sendo conhecido como "princesa do povo" por sua proximidade com os súditos e pelas constantes quebras de protocolo, era filha de um visconde e descendente de um barão britânico.

Já a noiva de William é filha de uma família de classe média, fruto do casamento de uma aeromoça e um comissário de bordo, que possuem uma empresa de organização de festas.

Mesmo assim, ela frequentou colégios privados e estudou na mesma universidade que o príncipe, onde o casal se conheceu. Apesar da origem mais humilde, o longo relacionamento pode ter preparado melhor a futura princesa para os deveres da monarquia, que foram alvos frequentes de reclamações por parte de Lady Di.

Lady Diana Spencer

Considerada como a "princesa plebeia" britânica, Lady Di era de família nobre

Uniões polêmicas

Em outros países europeus, muitos relacionamento de príncipes e princesas com pessoas sem origem nobre causaram controvérsia antes de serem acolhidos pela população.

Na Suécia, o namoro de sete anos da princesa Victoria, herdeira do trono, com seu personal trainer, Daniel Westling, foi alvo de críticas por parte da imprensa.

Mas o casamento, ocorrido em junho de 2010, foi prestigiada pelas famílias reais europeias.

A mãe da princesa, rainha Sílvia, também não tem origem nobre. Seu pai era um empresário alemão e sua mãe era brasileira.

A futura rainha conheceu o então príncipe herdeiro da Suécia, Carl Gustaf, quando trabalhava nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.

Na Noruega, o casamento da plebeia Mette-Marit com o príncipe herdeiro Hakkon também causou polêmica.

Filha de um jornalista e de uma dona de casa, Mette-Marit chegou a trabalhar em um café, frequentava festas de música eletrônica e teve um filho com um homem condenado por posse de drogas. Hoje, no entanto, ela é querida pelos súditos noruegueses.

Já o casamento da economista argentina Máxima Zorreguieta com o príncipe holandês Willem-Alexander chegou a provocar críticas pelo passado da família da noiva. Seu pai, Jorge Horacio Zorreguieta, foi ministro da Agricultura durante a ditadura militar argentina.

Para evitar um mal estar, os pais de Máxima foram convencidos por diplomatas holandeses a não ir à cerimônia de casamento, em 2002.

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