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Exposição traz fotos inéditas de Hiroshima após explosão de bomba atômica

GALERIA DE FOTOS: HIROSHIMA APÓS bomba atômica

  • Foto: International Center of Photography
    Um museu americano expôs imagens inéditas de Hiroshima, no Japão, após a explosão da bomba atômica, no final da Segunda Guerra., na exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945". Na foto, a estrutura de aço retorcida da loja Odamasa. Foto: International Center of Photography
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    As fotografias, encomendadas pelo governo americano, nunca haviam sido divulgadas. Acima, um cemitério coberto de destroços com o Banco do Japão ao fundo. Foto: International Center of Photography
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    Feitas pela unidade de Pesquisa Estratégica de Bombardeio dos Estados Unidos, as fotos foram usadas na pesquisa sobre o impacto da bomba em construções. Acima, o prédio destruído da Companhia Telefônica de Hiroshima. Foto: International Center of Photography
  • Foto: International Center of Photography
    A mostra, "Hiroshima: Ground Zero 1945", é um testemunho da primeira vez em que uma bomba nuclear foi usada contra uma cidade, matando mais de 140 mil pessoas. Na imagem, ruínas de um centro de exposições da cidade. Foto: International Center of Photography
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    O bombardeio de Hiroshima e Nagasaki é considerado o marco do fim da Segunda Guerra Mundial. Na foto acima, um casaco queimado encontrado perto da prefeitura de Hiroshima. Foto: International Center of Photography
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    Logo após o bombardeio, o governo do presidente Harry Truman restringiu a circulação de imagens como a foto acima, que mostra uma escola de Hiroshima em ruínas. Foto: International Center of Photography
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    Truman criou uma unidade de pesquisa estratégica de bombardeio, formada por civis e militares, para registrar a destruição. Acima, prédio da Companhia de Gás de Hiroshima. Foto: International Center of Photography
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    Mais de 1.100 imagens foram feitas a pedido do governo e cerca de 800 foram incluídas em um relatório confidencial de 1947 sobre os efeitos da bomba atômica. Na foto, o auditório da prefeitura de Hiroshima. Foto: International Center of Photography
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    As descobertas da expedição foram usadas por arquitetos e engenheiros americanos na construção de abrigos anti-bombas. A foto mostra um muro da Escola de Gramática Funairi, em Hiroshima. Foto: International Center of Photography
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    As fotografias eram guardadas por Robert Corsbie, ex-funcionário da unidade de pesquisa que trabalhou para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Acima, a vista de um telhado na região sudoeste da cidade. Foto: International Center of Photography
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    A mostra terá 60 fotos da coleção do museu e o relatório feito em 1947. Na imagem, uma escada de aço da livraria Asano, em Hiroshima, retorcida pelo calor dos livros queimados. Foto: International Center of Photography
  • Foto: International Center of Photography
    A exposição pode ser vista até 28 de agosto, em Nova York. A imagem acima mostra a "sombra" da roda de uma válvula manual na parede de um depósito de gás, feita pelo calor da radiação. Foto: International Center of Photography

Um museu americano, o Institute of International Photography, está apresentando imagens inéditas de Hiroshima, no Japão, colhidas após a explosão da bomba atômica lançada por forças americanas no final da Segunda Guerra, em 1945.

Encomendadas pelo governo americano logo após o bombardeio da cidade, em 6 de agosto de 1945, as imagens nunca haviam sido divulgadas.

A coleção de fotos na exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945" dá uma ideia da dimensão da destruição deixada pela explosão, que matou mais de 140 mil pessoas.

Segundo os curadores da exposição, elas são um testemunho da primeira vez em que uma bomba nuclear foi usada contra uma cidade.

Confidencial

Logo após o bombardeio, o governo do presidente Harry Truman restringiu a circulação de imagens de Hiroshima nos Estados Unidos.

No entanto, Truman criou a unidade de Pesquisa Estratégica de Bombardeio dos Estados Unidos, formada por civis e militares, para estudar o alcance da devastação na cidade japonesa.

A Divisão de Danos Físicos do grupo registrou o impacto da explosão nos edifícios e materiais de construção em Hiroshima. A partir da análise destas fotos, o governo americano esperava desenvolver projetos arquitetônicos de defesa civil para o país.

Mais de 1.100 imagens foram feitas a pedido do governo e cerca de 800 foram incluídas em um relatório confidencial de 1947 sobre os efeitos da bomba atômica.

Posteriormente, as descobertas da expedição foram usadas por arquitetos e engenheiros civis americanos na construção de abrigos anti-bombas.

O museu exibirá 60 fotos de sua coleção e o relatório feito em 1947. A exposição "Hiroshima: Ground Zero 1945" pode ser vista até 28 de agosto, em Nova York.

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