Fotógrafo mostra como funciona o processo de criogenia

Atualizado em  18 de agosto, 2011 - 12:19 (Brasília) 15:19 GMT

GALERIA DE FOTOS: CONGELADOS PARA O FUTURO

  • Foto: Murray Ballard
    Ao longo de cinco anos, o fotógrafo britânico Murray Ballard teve acesso a centros de criogenia nos EUA e na Rússia. A criogenia permite de preservar cadáveres congelados em nitrogênio líquido. Defensores da prática argumentam que os corpos podem ser ressuscitados no futuro, quando a tecnologia estiver avançada o suficiente. Acima, os tanques onde os corpos são armazenados. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    A etapa final do processo de preservação criogênica é colocar o corpo dentro de um tanque de nitrogênio líquido. Dentro do tanque, o corpo fica congelado a cerca de -196°C e precisa de pouca intervenção, além do reabastecimento periódico do nitrogênio. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    Antes que o corpo possa ser mergulhado no nitrogênio, ele deve ser resfriado lentamente até a temperatura do fluido criogênico, para evitar danos na pele, músculos e órgãos vitais. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    O primeiro estágio no processo de criopreservação, depois da morte, é a utilização de um kit portátil de aspersão (foto), que remove o sangue do corpo e o substitui por uma solução que resfria rapidamente, para minimizar o dano às células durante o transporte para o centro de armazenamento. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    Segundo o fotógrafo, somente algumas dezenas de pessoas na Grã-Bretanha já foram criopreservadas ou tem planos de serem armazenadas em nitrogênio líquido. Como não há centros que realizam a prática no país, os corpos têm que ser transportados para os Estados Unidos ou para Moscou, na Rússia. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    Como medida de segurança, muitas pessoas que decidem preservar seus corpos após a morte também mantém uma espécie de arquivo do seu DNA (foto). O arquivo pode, em teoria, ser usado para trazer alguém de volta à vida caso a pessoa morra de repente e não seja possível preservar o corpo. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    Na imagem acima, um cadáver aguarda o momento de ser colocado em um tanque no centro KrioHus, em Moscou. Um dos centros americanos oferece o procedimento completo, incluindo o armazenamento do corpo, por cerca de US$ 25 mil (cerca de R$ 39 mil), mas outros chegam a cobrar US$ 100 mil. As empresas oferecem a opção mais barata de preservar somente a cabeça de uma pessoa, e não seu corpo inteiro. Foto: Murray Ballard
  • Foto: Murray Ballard
    Nesta foto, o fundador do Instituto de Criogenia, Robert Ettinger, é mostrado em sua casa, nos Estados Unidos, pouco antes de sua morte, no início de 2011. Ele é conhecido como o "pai da criogenia". As fotos de Murray Ballard estarão expostas na galeria Impressions, em Bradford, na Inglaterra, até 17 de setembro. Foto: Murray Ballard

Corpos preservados

O fotógrafo britânico Murray Ballard registrou o processo de preservação criogênica em centros especializados nos Estados Unidos e na Rússia durante cinco anos. A criogenia permite preservar cadáveres congelados em nitrogênio líquido.

Os defensores da prática argumentam que os corpos poderão ser ressuscitados no futuro, quando a tecnologia estiver avançada o suficiente para realizar o procedimento.

As fotos de Ballard mostram cada etapa do processo de preservação, a partir da morte do indivíduo.

Segundo o fotógrafo, um dos centros americanos chega a oferecer o pacote completo, incluindo o armazenamento do corpo, por cerca de US$ 25 mil (cerca de R$ 39 mil), mas outros chegam a cobrar US$ 100 mil.

As empresas oferecem a opção mais barata de preservar somente a cabeça de uma pessoa, e não seu corpo inteiro.

As fotos de Murray Ballard estarão expostas na galeria Impressions, em Bradford, na Inglaterra, até 17 de setembro.

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