Exposição exibe obras polêmicas de artista mais rico do mundo

Atualizado em  5 de abril, 2012 - 11:31 (Brasília) 14:31 GMT

Polêmica, formol e diamantes

  • 'A Thousand Years' (1990), Damien Hirst
    A polêmica marca a obra de Damien Hirst desde o início de sua carreira no final dos anos 80. Acima, 'A Thousand Years' ('Mil Anos', em tradução livre) mostra um ciclo de vida completo: larvas se desenvolvem, viram moscas na caixa branca evão depois se alimentar da cabeça decepada da vaca
  • 'The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living' (1991), Damien Hirst
    Os trabalhos mais famosos de Hirst abordam o tema da morte ou mostram animais mortos. Acima, o famoso e polêmico tubarão conservado em formol, de 1991, a obra 'The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living' ('A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo', em tradução livre)
  • 'For the Love of God' (2007), Damien Hirst
    Outra obra polêmica e famosa é 'For the Love of God' ('Pelo Amor de Deus'), um crânio cravejado com quase 9 mil diamantes. Quando foi lançado em 2007, alcançou um valor de 50 milhões de libras, o que, na época, se afirmou ser a obra de arte contemporânea mais cara já feita
  • 'Beautiful, amore, gasp, eyes going into the top of the head and fluttering painting' (1997), Damien Hirst
    Hirst ganhou o prêmio Turner de artes em 95 e é considerado um dos 20 artistas britânicos mais influentes da atualidade, sua obra é criticada por 'falta de conteúdo'. Acima, 'Beautiful, amore, gasp, eyes going into the top of the head and fluttering painting' (1997), pintura feita com a tinta jogada em uma tela colocada em uma plataforma giratória
  • 'Lullaby, The Seasons, Spring' (2002), Damien Hirst
    Segundo alguns críticos, Hirst se importa mais com o dinheiro e o escândalo do que com a arte. Sua carreira começou em 1988, na mostra 'Freeze', em que ele fez de tudo: escolheu os artistas, limpou o armazém onde a mostra ocorreria, organizou a exposição e até pendurou as obras
  • 'Lullaby, The Seasons, Spring' (2002), Damien Hirst
    A grande exposição da Tate Modern, que conta com 70 obras de Hirst, faz parte do Festival Londres 2012, o programa cultural ligado aos Jogos Olímpicos. Os curadores afirmam que esta é uma oportunidade de os visitantes julgarem as obras sozinhos
  • 'Mother and Child (Divided)', cópia para exibição de 2007 (original 1993), 2007, Damien Hirst
    A obra 'Mãe e Filho Divididos' mostra uma vaca e um bezerro preservados em formol e sua versão original é de 1993. Os animais foram cortados em metades e os tanques, onde estão as partes, foram instalados com espaços para os visitantes passarem no meio
  • 'Sinner' (1988), Damien Hirst
    As associações entre vida e morte sempre estiveram presentes, desde as primeiras obras como este gabinete acima, 'Sinner' ('Pecador', em tradução livre), em que o artista afirma conter medicamentos usados por sua avó
  • 'Sympathy in White Major - Absolution II' (2006) - detalhe, Damien Hirst
    Nos últimos anos, Hirst voltou a outro tema do início de sua carreira, as borboletas e mariposas, criando padrões caleidoscópicos com as asas, para que fiquem parecidas com vitrais

Polêmica, formol e diamantes

O museu de arte contemporânea Tate Modern, de Londres, inicia nesta quinta-feira uma exposição com obras de um dos mais polêmicos artistas britânicos das últimas décadas, Damien Hirst.

O artista plástico chamou a atenção do público pela primeira em Londres, em 1988, quando concebeu e foi o curador da mostra Freeze, uma exposição realizada em um armazém que mostrava o trabalho dele e dos amigos do artista, além de outros estudantes de artes.

Desde então, Hirst se transformou em um dos artistas mais importantes de sua geração.

A mostra que tem início nesta quinta-feira na Tate Modern é a primeira pesquisa importante sobre o trabalho de Hirst em um museu britânico e vai colocar lado a lado trabalhos importantes do artista nos últimos 20 anos.

Entre as obras mais importantes que serão expostas está a The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living ("A Impossibilidade Física da Morte na Mente de Alguém Vivo", em tradução livre), de 1991, que mostra o famoso tubarão conservado em formol.

Outra obra famosa é For the Love of God ("Pelo Amor de Deus", em tradução livre), uma escultura de platina que usou um molde de um crânio do século 18 e dentes reais. A diferença é que este crânio é cravejado com quase 9.000 diamantes e, quando foi lançado em 2007, alcançou um valor de 50 milhões de libras, o que, na época, se afirmou ser a obra de arte contemporânea mais cara já feita.

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