Coreia do Sul quer estimular ecoturismo em fronteira com Norte

Atualizado em  9 de maio, 2012 - 07:53 (Brasília) 10:53 GMT

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Graças a acesso restrito, zona desmilitarizada, que chegou a ser descrita como lugar 'mais assustador do mundo', se tornou santuário de espécies raras.

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A região é vigiada por 1 milhão de soldados e conta com 1 milhão de minas terrestres em torno da sua faixa de 248 quilômetros.

Soldados na área que separa Coreia do Sul da Coreia do Norte (BBC)

Acesso ao público à região foi restrito por vários anos

O local já atrai anualmente cerca de 6,5 milhões de visitantes, que querem ter a rara oportunidade de poder conferir - mesmo que usando binóculos - como é a vida do outro lado da fronteira, no regime ultrafechado da Coreia do Norte.

Por conta do acesso restrito do público ao local, espécies raras de animais puderam se desenvolver na área da zona desmilitarizada, entre elas garças e esquilos voadores.

Agora, o governo sul-coreano quer utilizar essa particularidade para transformar o local em uma instância de ecoturismo.

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