Especialistas lançam projeto para rastrear arraias gigantes

Atualizado em  24 de janeiro, 2013 - 09:49 (Brasília) 11:49 GMT

Em imagens: as maiores arraias do mundo

  • Arraia próxima a um barco (Mark Priest)
    As maiores arraias do mundo tiveram rastreadores inseridos em seus corpos, a fim de serem monitoradas, na primeira fase de um projeto de conservação na costa do Sudão. Especialistas do aquário The Deep, en Hull, na Grã-Bretanha, e a trupe de exploradores da Equipe Costeau passaram quatro semanas implantando rastreadores nos animais no Mar Vermelho.
  • Ben Jones, do aquário The Deep, implantando um rastreador acústico em arraia (Mark Priest)
    A equipe inseriu rastreadores em 22 raias gigantes. No primeiro estudo no gênero, rastreadores acústicos foram inseridos internamente e rastreadores satelitais foram inseridos em suas barbatanas. Isso permitirá traçar os movimentos dos animais. Arraias gigantes são classificadas como sendo vulneráveis pela União Internacional pela Conservação da Natureza.
  • A instalação submarina de um monitor acústico (Mark Priest)
    Um total de 40 monitores acústicos foram instalados ao longo de 130 quilômetros de solo oceânico para que cientistas possam seguir os movimentos das arrais no Parque Marítimo Dungonab. Estudos iniciais indicam que as arraias permanecem dentro da área coberta pelo satélite, mas que alguns se aventuram por áreas ainda mais distantes.
  • Especialista mede uma arraia (Mark Priest)
    Pesquisadores também tomaram medidas e amostras genéticas das arraias para compreender mais sobre a população de animais. O maior animal encontrado pela equipe media 3,61 metros de largura. Mas acredita-se que elas possam chegar a ter mais de 9 metros.
  • Arraia gigante (Mark Priest)
    Assim como seus parentes tubarões, as populações de arraias se desenvolvem rapidamente, o que as torna particularmente vulneráveis a mudanças no meio ambiente. De acordo com a equipe, o monitoramento no Mar Vermelho fornecerá informações necessárias para estabelecer estratégias de conservação.
  • Graham Hill implantando um rastreador acústico em uma arraia  (Mark Priest)
    Informações sobre os movimentos de arrais serão coletados ao longo dos próximos dez meses. ''Pretendemos regressar no final do ano para realizar acompanhamentos da tecnologia de ponta utilizada e analisar os resultados iniciais, para proteger este importante animal e a região'', afirma Ben Jones, um dos especialistas do aquário The Deep, em Hull. na Inglaterra.

Seguindo as arraias gigantes

As maiores arraias do mundo tiveram rastreadores inseridos em seus corpos, a fim de serem monitoradas, na primeira fase de um projeto de conservação, que está sendo realizado na região costeira do Sudão.

Arraias gigantes são consideradas uma espécie vulnerável pela União Internacional pela Conservação da Natureza.

O projeto contou com a participação de especialistas do aquário The Deep, em Hull, na Grã-Bretanha, e da equipe de exploradores da Equipe Costeau, do lendário explorador submarino francês Jacques Costeau.

Os peritos passaram quatro semanas implantando rastreadores nos corpos dos animais no Mar Vermelho.

O maior animal encontrado pela equipe media 3,61 metros de largura. Mas acredita-se que as arraias gigantes possam chegar a ter mais de 9 metros.

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