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Atualizado às: 20 de julho, 2004 - 21h44 GMT (18h44 Brasília)
 
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Adolescentes criam detector de celular que custa menos de R$ 100
 

 
 
estudantes neo-zelandeses
O artefato começou como um trabalho escolar
Um detector de telefone celular desenvolvido por um grupo de seis adolescentes na Nova Zelândia atraiu interesse internacional, até para uso em prisões.

Os adolescentes criaram o artefato barato como parte de uma competição escolar, como uma feira de ciências, e a firma Tait Electronics já está orientando os estudantes no processo de montar uma empresa.

A primeira versão do produto foi vendida por NZ$ 39,95 (o equivalente a R$ 78). Agora, os meninos já desenvolveram uma versão mais avançada, com um raio de detecção maior, que custará NZ$ 100 (o equivalente a R$ 196).

Eles receberam pedidos de informações e encomendas de outras escolas e universidades na Nova Zelândia.

Empreendimento Jovem

Um detector de telefone celular permite que se saiba quando os aparelhos estão sendo utilizados às escondidas e pode custar centenas de dólares.

O instrumento foi considerado o melhor produto inventado em uma categoria da competição "Young Enterprise" (Empreendimento Jovem).

"Cresceu mais do que a coisa do Young Enterprise", disse Adam Manley, um dos diretores executivos de 17 anos da StopCom, o nome que os estudantes deram para o seu empreendimento na competição.

Os alunos venderam todos os primeiros 20 modelos de detector que estão montando e estão desenvolvendo sua nova geração de produtos.

Rádio

O detector, que eles batizaram de CellTrac-r, funciona ao captar freqüências de rádio emitidas por um celular cada vez que ele envia ou recebe uma chamada ou mensagem em texto.

O instrumento pode detectar esses surtos de energia eletromagnética em um raio de até 30 metros. Ele também pode medir a quantidade de energia para determinar a que distância está o celular.

Um dos interessados em testar a invenção dos adolescentes é o presídio local.

"As prisões são locais difíceis porque são muito grandes e os celulares são muito pequenos", disse Tony Coyle, coordenador nacional de prevenção do crime para o serviço carcerário da Nova Zelândia.

 
 
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