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Atualizado às: 18 de outubro, 2004 - 12h29 GMT (09h29 Brasília)
 
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Devagar com o sexo
 
Ivan Lessa
Durex, na Grã-Bretanha, é uma das tradicionais marcas de camisinha. Dura lex sed lex, no… e paro por aqui.

O slogan, no Brasil, era para Gumex, que deixava o cabelo da garotada duro de doer. Isso não vem ao caso. Vamos ao que interessa.

As camisinhas Durex revelaram o resultado de uma pesquisa destinada a saber qual o povão que mais tempo – gasta? – na cama fazendo sexo.

A Durex revelou que a sindicância foi feita em 41 países e perto de 350 mil pessoas responderam aos questionários.

Sim, há o velho problema: as pessoas dizem a verdade quando pesquisadas? Ainda mais num assunto delicado feito sexo? Passemos direto ao tempo dispensado nos embates de Eros, para cunhar uma expressão.

Os britânicos são os que mais levam mais tempo nos folguedos que precedem o sexo propriamente dito: 22 minutos e meio.

São 36 segundos a mais do que seus rivais em outros confrontos, os alemães. Os tailandeses são rápidos e rasteiros: 11 minutos e meio nas preliminares. É aquele calor, né?

Os velhos rivais e supostamente imbatíveis latin lovers (segundo eles próprios), os franceses, separam por volta de 19 minutos para as preliminares.

Outros achados interessantes da pesquisa: os britânicos chegam apenas ao terceiro lugar na lista dos vibradores: quase que metade do país tem um vibrador.

Os britânicos também fazem amor (ou até mesmo têm relações sexuais) apenas 119 vezes por ano, ao passo que os franceses picam, no mais amplo sentido, com cerca de 137 vezes, talvez devido àquela pressinha no bate-bola inicial.

Ah! Os britânicos, em matéria de orgasmo, estão lá no finzinho da lista. 61% dos italianos gabam-se de atingir o paroxismo do prazer, (conforme se dizia), todas as vezes que têm sexo.

Chinês? Confirmadas as suspeitas: só 19%, digamos assim, “chegam lá” e 1 em cada 10 confessa desconhecer o tal do orgasmo. Vai ver confunde com a arte de dobrar papel.

De todos entrevistados, 25% admitiram ter fingido um orgasmo no ano que passou.

82% dos macedônios e dos sérvios montenegrinos encheram a boca para se gabar do fato de não haver necessidade de se fingir coisa alguma.

Os brasileiros não constam da pesquisa. Talvez por sermos hepta, hexa, uma coisa assim.

 
 
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