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Atualizado às: 05 de junho, 2006 - 07h41 GMT (04h41 Brasília)
 
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Multidão alemã recebe Seleção de verde e amarelo
 

 
 
Jogadores desembarcando no aeroporto de Frankfurt
Jogadores chegaram da Suíça, onde fizeram o último amistoso
Uma multidão verde e amarela de alemães recebeu a Seleção Brasileira na cidade de Königstein, na região de Taunus, na chegada à cidade que vai hospedar o grupo na primeira fase da Copa da Alemanha.

Os jogadores e a comissão técnica, que deixaram a Suíça pouco depois da goleada sobre a Nova Zelândia, em Genebra, desembarcaram do ônibus e entraram direto no hotel, sem dar autógrafos às centenas de torcedores ou conversar com a imprensa.

Nem mesmo a presença da 'princesa' da cidade, Burgfräulein Marijke I, que enfrentou o frio nos seus trajes típicos ao lado do prefeito de Königstein, Leonhard Helm, convenceu os jogadores a parar.

Na entrada do hotel, os funcionários fizeram uma recepção no mínimo curiosa aos astros: um “corredor polonês” com direito a coro ensaiado de “Ah, eu tô maluco!”.

Com uma mão, os funcionários manejavam câmaras e celulares para filmar a passagem dos ídolos, na outra, cada um tinha um instrumento de percussão para marcar o coro.

Ritmo de samba

Mesmo antes da chegada da Seleção Brasileira, Königstein já vivia em ritmo de samba. Na rua principal da cidade, uma em cada três vitrines exibe uma decoração verde-amarela.

Nos arredores do hotel da Seleção, praticamente todas as casas e estabelecimentos têm as bandeiras do Brasil e da Alemanha na fachada.

Até o Corpo de Bombeiros da cidade entrou na festa e já vendeu mais de 300 bandeirolas do Brasil. Ao preço de 2,50 euros cada, a organização, que opera somente com voluntários, apelou aos moradores para “inundar a cidade com um mar de bandeiras” na chegada do Brasil.

Na cidade, que batizou o campo que vai ser usado nos treinamentos do time de Parreira de Arena Zagallo, atualmente é mais fácil ver gente vestindo a “amarelinha” do que o uniforme alemão.

Quase na esquina do hotel que vai abrigar a Seleção, durante toda a tarde e até a chegada da Seleção, um grupo de jovens tocava o hino brasileiro em altos volumes com as caixas de som viradas para a rua. Quando se cansavam do hino, o som, inevitavelmente, passava outra música supostamente característica do Brasil: a salsa.

Até para quem não entende o idioma, basta prestar atenção nas conversas dos “locais” para perceber que “brasilianer” (brasileiros, em alemão) é a palavra recorrente nos papos.

Folga

Para o físico Reinhardt Wiedemeyer, que mora em Königstein justamente para escapar do agito de Frankfurt, onde trabalha, a chegada dos brasileiros não é tão aguardada.

“Eu não tenho a menor idéia de futebol, mas como é que esperam receber 10 mil pessoas aqui? Essa é uma cidade pequena, e entre os atrativos de Königstein está justamente a pequena população”, diz Wiedemeyer.

Nos próximos dias, a temperatura da febre verde-e-amarela em Königstein promete subir ainda mais com a presença dos astros nos treinamentos.

Na segunda-feira, os jogadores terão um dia de folga para descansar da primeira etapa da preparação para a Copa.

Quem sabe até o físico Wiedemeyer não aparece perto do hotel de camisa amarela e bandeirinha ao lado da mulher e dos dois filhos?

 
 
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