Ativistas pedem que Iraque investigue mortes de jovens 'emo'

Ativistas de direitos humanos pediram que o governo do Iraque investigue uma série de mortes recentes de jovens "emo" no país.

Segundo autoridades locais, nos últimos meses mais de 50 jovens foram assassinados por terem adotado o estilo "emo", com cabelos longos e roupas pretas.

Ativistas de direitos dos gays e organizações como a Human Rights Watch e a Anistia Internacional dizem que os jovens foram vítimas de extremistas por serem considerados satanistas ou homossexuais.

Diversos líderes religiosos islâmicos condenaram as mortes, consideradas por eles atos de terrorismo.