Oposição pede que mulheres façam greve de sexo contra prisão de ativistas no Togo

Atualizado em  26 de agosto, 2012 - 09:49 (Brasília) 12:49 GMT
Protesto no Togo. | Foto: AP

Manifestação anti-governo foi reprimida por policiais

A líder de um movimento de oposição no Togo, Isabelle Ameganvi, pediu às mulheres do país que se recusem a ter relações sexuais com seus parceiros a partir de segunda-feira, pedindo a libertação de ativistas presos durante protestos recentes contra o governo.

Ameganvi pediu que as mulheres do país, que fica no oeste africano, "mantenham os portões da maternidade trancados para todos os homens" durante uma semana.

Seu movimento quer o fim de quatro décadas de governo da família Eyadema no país.

O grupo pede que as eleições parlamentares de outubro sejam adiadas, que sejam feitas reformas e rejeitadas as novas leis eleitorais que dizem favorecer o partido governista.

Uma greve de sexo "inspirada pela heroína grega Lisístrata" também foi pedida pela presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, no auge da guerra civil no país em 2003.

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