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Funcionários da Comperj preparam protesto em Brasília

Desiludidos com repetidos recursos judiciais e ainda sem perspectiva de receber três meses de salários atrasados e verbas rescisórias, um grupo de cerca de 40 trabalhadores do complexo petroquímico do Comperj, polêmica obra da Petrobras no leste do Estado do Rio de Janeiro, embarca às 16h deste domingo num ônibus rumo à Brasília. O objetivo é acampar em frente ao Planalto e "só sair de lá com uma solução".

Os cerca de 40 operários representam os 469 funcionários da Alumini Engenharia que foram demitidos e os 2.500 que deixaram de receber salários desde dezembro. Ambos os grupos, no entanto, não receberam verbas rescisórias e aguardam o resultado de ações do Ministério Público do Trabalho (MPT-RJ). Somados, os dividendos chegam a R$ 14 milhões.

O grupo vem protestando diante da sede da Petrobras, no centro do Rio, e no dia 10 de fevereiro paralisou os dois sentidos da ponte Rio-Niterói.

A ideia é que, após o apelo aos ministros, a presidente Dilma Rousseff interceda diretamente para que a Petrobras arque com os R$ 14 milhões.