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#SemanaPassado Sequestro, tensão no Líbano e ataque com gás venenoso

Este semana, no passado, foi marcada na história por mortes emblemáticas na Itália, no Iraque e no Líbano.

Em 1978, Aldo Moro cumpria seu quinto mandato como primeiro-ministro da Itália e tinha entre seus desafetos o grupo radical de esquerda Brigadas Vermelhas, que fazia oposição violenta ao capitalismo.

No dia 16 de março daquele ano, ele foi sequestrado pelo grupo. Foram 55 dias de cativeiro, durante os quais o governo italiano se recusou a negociar sua libertação, antes de seu assassinato a tiros, no dia 9 de maio.

Também nesta semana em 1978, os conflitos no sul do Líbano se recrudesceram. Milhares de palestinos fugiam do terceiro dia de ataques israelenses na região, em resposta a uma ação de militantes palestinos - que sequestraram um ônibus e mataram 38 passageiros israelenses, no que ficou conhecido como o massacre da estrada costeira.

Em 1988, Saddam Hussein colocou em prática um de seus ataques mais mortais, ao ordenar a liberação de um gás venenoso na cidade curda de Halabja. Pelo menos 5 mil pessoas morreram em consequência do envenenamento, que foi mais um desdobramento da guerra Irã-Iraque.

O ataque durou cinco horas e foi seguido por uma série de outros bombardeios, com foguetes e bombas de napalm, por exemplo. Diversos sobreviventes sofreram queimaduras ou tiveram doenças respiratórias. Uma parte também perdeu a visão.