Meio Ambiente

WWF encontra mais de cem novas espécies em Bornéu

NOVAS ESPÉCIES EM BORNÉU

  • Rhacophorus penanorum (foto: © Stefan Hertwig)
    O grupo ambientalista WWF encontrou mais de cem novas espécies na ilha de Bornéu. Entre elas, um sapo que muda de cor, o Rhacophorus penanorum.
  • Thryxspermum erythrolomum (Foto: © Peter O'Byrne)
    O relatório da ONG divulgado na quarta-feira revela que o projeto 'Coração de Bornéu', lançado em 2007, encontrou 123 novas espécies. A orquídea Thryxspermun erythrolomum foi uma delas.
  • Ibycus rachelae (Foto: © Peter Koomen)
    A ONG afirma que, apesar de ser visita por cientistas há séculos, a ilha ainda tem áreas não exploradas. Outra espécie encontrada é a Ibycus rachelae, a lesma que lança 'dardos de amor'.
  • Denddrelaphis kopsteini (Foto: © Gernot Vogel)
    A WWF afirma que o projeto 'Coração de Bornéu' abriga dez espécies de primatas, mais de 350 diferentes de aves, 150 de anfíbios e répteis, entre outros. A cobra que muda de cor, Dendrelaphis kopsteini é uma delas.
  • Barbourula Kalimantanensis (Foto: © David Bickford)
    Todas as espécies encontradas neste trecho de floresta não tem igual no mundo, incluindo as 10 mil espécies de plantas. Outra espécie única é o sapo sem pulmão, o Barbourula kalimantanensis.
  • Macrobrachium kelianense (Foto: © Daisy Wowor)
    O grupo ambientalista afirma ainda que, se este trecho de floresta for preservado, ainda há possibilidade de encontrar mais espécies. Acima, o camarão de água doce Macrobrachium kelianense.
  • Eirmotus insignis (Foto: © CK Yeo)
    Bornéu é compartilhada por Brunei, Indonésia e Malásia. Em 2007 os três países se comprometeram a aumentar áreas de reservas. Acima, o peixe listrado Eirmotus insignis.

Uma lesma que dispara "dardos de amor" no acasalamento, um sapo sem pulmões e o inseto mais comprido do mundo estão entre as novas espécies de animais descobertas pelo grupo ambientalista WWF na ilha de Bornéu.

Em relatório divulgado na quarta-feira, a ONG revela que o projeto conservacionista batizado como "Coração de Bornéu", lançado em 2007, encontrou 123 novas espécies no território nestes três anos.

Segundo Adam Tomasek, chefe da iniciativa, apesar de ser visitada por cientistas há séculos, a ilha ainda tem áreas em seu interior que nunca foram exploradas.

De acordo com a WWF, este Coração de Bornéu é uma "ilha dentro da ilha", abrigando dez espécies de primatas, mais de 350 diferentes aves, 150 espécies de anfíbios e répteis, e 10 mil de plantas - todos sem igual no mundo.

"Se esse trecho de floresta tropical puder ser preservado para nossos filhos, a promessa de mais possibilidades de descobertas será animadora para as próximas gerações", afirmou Tomasek.

Bornéu é compartilhada por Brunei, Indonésia e Malásia.

Em acordo firmado em 2007, os governos dos três países se comprometeram em aumentar as áreas de reservas ambientais, em desenvolver o ecoturismo e apoiar a administração de recursos sustentáveis da ilha.

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