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Copa do mundo
12 de junho, 2002 - Publicado às 18h07 GMT
Argentinos choram fracasso da seleção no Mundial
Argentinas lamentam a eliminação, em Buenos Aires
Argentinas lamentam a eliminação, em Buenos Aires

Marcia Carmo, de Buenos Aires

A eliminação da seleção argentina da Copa do Mundo, nesta quarta-feira, provocou um clima de baixo astral generalizado no país.

Nas ruas da capital, Buenos Aires, muitos torcedores se recusavam a falar da derrota, nas primeiras horas da manhã. "Por favor, me deixe em paz", disse um jornaleiro.

"Podemos falar de qualquer coisa, menos de Copa do Mundo", afirmou um taxista.

Mas de uma coisa muitos argentinos têm certeza: não torcerão pela Seleção Brasileira.

Brasil com "sorte"

No programa de rádio do comunicador Marcelo Longobardi, da rádio Dez, uma participante criticou os brasileiros.

"No Brasil estão comemorando a nossa queda", afirmou. "Então vamos torcer para a Itália", defendeu Longobardi.

Em outro programa de rádio, Claro e Simples, da rádio América, os especialistas de esporte disseram que a Argentina teve muito azar, principalmente em comparação ao Brasil.

"Sorte está tendo o Brasil, que caiu numa chave fácil. Eu queria ver se estivessem no grupo da morte, como estivemos", afirmou um deles.

Na província de Córdoba, 56 pessoas foram presas, logo após a partida contra a Suécia. Num estado de fúria, elas quebraram vidraças e destruíram lojas e locais públicos.

Em Buenos Aires, em torno do Obelisco, cerca de 300 jovens resistiram ao frio abaixo de zero, numa manhã de céu azul, até o momento em que a polícia decidiu expulsá-los do local.

"Argentina, Argentina", gritavam, mesmo depois do empate que acabou com o sonho dos argentinos de vencer o Mundial.

Agora, o técnico Marcelo Bielsa surge como o principal responsável pelo resultado. Até a semana passada, antes da derrota para a Inglaterra, ele era um herói, um salvador de uma pátria mergulhada no quinto
ano de recessão.

Política

A vitória da seleção argentina era sonhada não só pela equipe do técnico Marcelo Bielsa e seus torcedores, mas, principalmente, no mundo político – da esquerda à direita.

Deputados, senadores e até o presidente Eduardo Duhalde tinham a esperança de que, com a taça na mão, os argentinos conseguiriam melhorar o clima no país.

Mas não foi o que aconteceu. E, agora, mais que nunca, as atenções estão voltadas para os mesmos problemas de antes: a saída do corralito (o congelamento dos depósitos).

Correntistas argentinos têm apelado aos tribunais de Justiça do exterior, onde estão as sedes dos bancos, e até a entidades de direitos humanos, para tentar recuperar seus dólares de volta.

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