Grã-Bretanha

Mostra na Tate Modern traça história do voyerismo

Voyeurismo

  • Georges Dudognon, Greta Garbo no Clube St. Germain, Paris, San Francisco Museum of Modern Art, Members of Foto Forum, 2005.200
    A mostra 'Exposto: Voyeurismo, Vigilância e a Câmera', é composta de 13 salas na galeria Tate Modern, em Londres, em que podem ser vistas 250 fotos e vídeos de coisas para as quais não deveríamos estar olhando.
  • Georges Dudognon, Greta Garbo no Clube St. Germain, Paris, San Francisco Museum of Modern Art, Members of Foto Forum, 2005.200
    A exposição sugere que, como uma sociedade, sempre fomos voyeurs. O que teria mudado é que a tecnologia tornou tudo mais fácil.
  • Walker Evans  [Cena de Rua, Nova York] 1928,  San Francisco Museum of Modern Art, The Metropolitan Museum of Art
    A mostra questiona a ética e a moral sobre os limites da tecnologia e inclui trabalhos de artistas famosos como Brassai, Henri Cartier-Bresson, Lee Miller, Guy Bourdin, Nan Goldin e Robert Mapplethorpe.
  • Weegee (Arthur H. Fellig), Marilyn Monroe ca. 1950, International Center of Photography, Nova York, presente de Wilma Wilcox, 1993, Weegee / International Center of Photography / Getty Images
    Foram incluídas várias fotos de pessoas famosas, como esta de Marilyn Monroe, além de outras como Paris Hilton chorando a caminho do tribunal e fotos da cobertura jornalística da morte da princesa Diana.
  • Jonathan Olley,  Observatório Golf Five Zero, Base de Força de Segurança Crossmaglen, Armagh do Sul 1999
    A exposição conduz o visitante da guerra civil americana até as plataformas de petróleo em chamas na primeira Guerra do Golfo, e de uma execução na China, em 1860, até a câmara da morte na penitenciária do Mississippi, nos dias atuais.
  • Ron Galella, O que faz Jackie correr?, Central Park, Nova York, SFMOMA, Accessions Committee Fund, Ron Galella, Ltd., cortesia do artista
    Todos os trabalhos têm a intenção de dar a idéia de que o fotógrafo não estava sendo visto quando tirou a foto, o que resultou em imagens clandestinas, informais e íntimas.
  • Shizuka Yokomizo, Estranha No. 2, San Francisco Museum of Modern Art, Accessions Committee Fund, Shizuka Yokomizo
    Muitas vezes foram utilizadas câmeras bem simples e pequenas, obrigando o fotógrafo a trabalhar de forma criativa e diferente.
  • Horace Engle, Interiorde um carro, 1888, New York, Museum of Modern Art (MoMA)
    As fotografias e vídeos datam desde o fim do século 19 até os dias de hoje. A exposição permanece em cartaz na Tate Modern até o dia 3 de outubro.
  • Thomas Demand,  Camera, 2007, projeção em HD com som,  Courtesia Sprüth Magers, Berlin / London e Matthew Marks, New York
    De acordo com os organizadores da exposição, o tema é bastante atual em um mundo em que há cada vez mais vigilância nas ruas e uso de telefones celulares para captar imagens, que são distribuídas com facilidade e rapidez na mídia e na Internet.

Uma exposição na conceituada galeria Tate Modern em Londres mostra como os avanços da tecnologia mudaram a forma como satisfazemos nossa curiosidade pela vida secreta dos outros.

Exposed: Voyeurism, Surveillance and the Camera (Exposto: Voyeurismo, Vigilância e a Câmera) é o nome da exposição, que apresenta 250 fotos ou vídeos com imagens de momentos capturados sem que seus sujeitos soubessem.

As imagens datam do fim do século 19 aos dias atuais. Naquela época, não havia lentes poderosas nem celulares com câmeras, o que obrigava os "voyeurs" a tirar fotos secretas com câmeras escondidas em livros, guarda-chuvas e sapatos.

Entre as obras estão várias fotos tiradas por artistas famosos, como Brassaï, Guy Bourdin, Henri Cartier-Bresson, Walker Evans, Robert Frank, Nan Goldin, Dorothea Lange, Lee Miller, Thomas Ruff, Paul Strand, Weegee, and Garry Winogrand.

A mostra Exposed: Voyeurism, Surveillance and the Camera fica em cartaz na Tate Modern, em Londres, até o dia 3 de outubro.

A exposição conduz o visitante por imagens da guerra civil americana, de plataformas de petróleo em chamas na primeira guerra do Golfo, de uma execução na China em 1860, de à câmara de execução de uma moderna penitenciária no Mississippi, entre outras imagens de sexo, morte e inocentes flagrantes de pessoas famosas.

Os organizadores também revelam como a tecnologia tem nos ajudado a captar - e distribuir - com maior eficácia imagens consideradas proibidas.

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