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 Você está em: Economia
12 de novembro, 2002 - Publicado às 16h54 GMT
Economia brasileira é uma das mais fechadas da AL
Hong Kong é primeira colocada há nove anos
Hong Kong é primeira colocada há nove anos

O Brasil tem uma das economias mais fechadas da América Latina, atrás do Chile, do Peru, da Bolívia e da Argentina.

Esta foi a conclusão de uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Fundação Heritage e o jornal americano Wall Street Journal, que todos os anos compilam o ranking da abertura econômica mundial.

Pelo nono ano consecutivo, Hong Kong ficou em primeiro lugar no Índice de Liberdade Econômica, como a economia mais aberta do mundo, seguida de perto por Cingapura.

A ilha chinesa perdeu pontos este ano com o aumento dos gastos do governo, ao mesmo tempo em que Singapura avançou depois de promover cortes de impostos.

Menos abertos

Dos 156 países pesquisados, o Brasil ficou em 72º lugar. Segundo os autores do estudo, a economia brasileira ainda tem problemas estruturais que impedem seu crescimento a longo prazo.

O índice é calculado a partir de 50 variáveis que incluem política monetária, fiscal e comercial, intervenção governamental, direitos de propriedade e regulamentação.

Países mais livres
1 -Hong Kong
2 - Cingapura
3 - Nova Zelândia
4 -Luxemburgo
5 -Irlanda
6 - Dinamarca, Estônia e EUA
9 - Austrália, Grã-Bretanha
A pesquisa cita os principais problemas brasileiros.

Entre eles, "um sistema fiscal complicado, barreiras para o investimento externo em alguns setores, grande controle governamental no setor de energia e financeiro, um sistema judiciário fraco e uma super abundância de burocracia".

Na área de política comercial, as altas tarifas cobradas de produtos provenientes de países que não integram o Mercosul são criticadas, assim como a burocracia para os importadores e a lentidão da introdução de padrões fito-sanitários internacionais.

Apesar das privatizações realizadas na última década, a pesquisa também considera a presença do governo na economia ainda muito grande.

Na América Latina, o país mais bem colocado na pesquisa é o Chile, que ficou em 16º lugar e é elogiado por ser um modelo de reformas econômicas.

A caminho da liberdade

Entre os países pesquisados, 74 apresentaram mais abertura econômica, contra 49 que teriam se tornado mais fechados desde a última pesquisa.

De acordo com a Heritage Foundation, a Ásia continua a ser uma mistura dos países mais abertos e dos mais fechados economicamente em todo o mundo, com quatro países entre os dez mais bem colocados e o Laos, Mianmar, Turcomenistão, Usbequistão e Coréia do Norte, entre os mais fechados.

Segundo o estudo, "as economias que estão florescendo são as que têm pouca ou nenhuma corrupção e estão lidando com o problema do mercado negro".

O Japão, que ficou em 35º lugar no estudo, apesar de ser a segunda maior economia do mundo, não teria uma melhor colocação por causa dos créditos podres do seu sistema financeiro.

Globalmente, os países que fizeram mais progresso no índice foram Madagascar, Líbia, Botsuana e Irã.

Os que mais caíram em suas colocações com relação ao ano passado foram a Argentina, a Hungria, o Sri Lanka e a Zâmbia.

 
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