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06 de junho, 2003 - Publicado às 21h16 GMT
Chile e EUA assinam acordo de livre comércio
Soledad e Zoellick assinaram o tratado o Miami
Soledad e Zoellick assinaram o tratado o Miami

Os Estados Unidos e o Chile assinaram nesta sexta-feira o primeiro acordo de livre comércio envolvendo os americanos e um país da América do Sul.

O acordo prevê o fim gradativo – em um período de 12 anos – das taxas de importação entre os dois países.

O tratado assinado em Miami pela ministra de Relações Exteriores do Chile, Soledad Alvear, e pelo representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Zoellick, ainda tem de ser ratificado pelos congressos dos dois países.

Se concretizado, o acordo vai colocar o Chile em condição privilegiada nas relações comerciais com os Estados Unidos, situação na qual estão agora apenas o Canadá e o México.

Intenções

Na visão do governo americano, o acordo com o Chile é um forte símbolo da disposição do presidente George W. Bush de criar uma zona de livre comércio nas américas.


O Chile é a economia mais livre e competitiva da América Latina e estabeleceu padrões muito altos.
Robert Zoellick, representante de Comércio dos Estados Unidos
Para o Chile, o tratado é o resultado de 11 anos de negociações que se encerraram oficialmente em dezembro do ano passado.

"Assinamos um tratado histórico que vai ajudar no nosso crescimento", disse em Santiago o presidente chileno, Ricardo Lagos.

"Se nossas exportações aos Estados Unidos hoje já são superiores a US$ 3,6 bilhões, podemos esperar que nos próximos quatro anos o valor aumente em 40%, até US$ 5 bilhões."

"Sucesso"


Ricardo Lagos: "Salto no comércio"
Robert Zoellick disse durante a cerimônia de assinatura que o acordo é prova do sucesso do Chile.

"O Chile é a economia mais livre e competitiva da América Latina e estabeleceu padrões muito altos", disse.

O Chile também assinou acordos de livre comércio com a União Européia e a Coréia do Sul.

No entanto, os críticos dos rumos da economia chilena dizem que o desenvolvimento não atingiu toda a população e destacam que o país tem a segunda pior distribuição de renda da América Latina, atrás apenas do Brasil.
 
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