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Leitores opinam sobre como reduzir mortes no trânsito

A Organização Mundial da Saúde (OMS) coloca o Brasil entre os países onde há mais mortes no trânsito em todo o mundo.

O número de mortes em acidentes de trânsito no Brasil aumentou 7,2% entre os anos de 2001 e 2002, de acordo com os últimos dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, órgão do Ministério da Saúde.

Em 2001, morreram 30.527 pessoas em acidentes de trânsito. No ano seguinte, esse número aumentou para 32.730.

Esse crescimento acompanha a tendência mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que escolheu o tema da segurança nas estradas para celebrar o Dia Mundial da Saúde, 7 de abril.

Centenas de organizações vão realizar eventos para chamar a atenção para o fato de que os acidentes de trânsito poderão superar a Aids e os derrames como uma das principais causas de mortes evitáveis até 2020.

Você já se envolveu em algum acidente de trânsito? Na sua opinião, prevenir acidentes é uma tarefa que cabe ao governo ou ao motorista?

A BBC Brasil perguntou a seus leitores o que eles acham que deveria ser feito para reduzir o porblem. Leia as respostas abaixo:

"Deveria haver fiscalização mais efetiva nas ruas das grandes cidades; que o uso do bafômetro alcançasse todos, não somente os embriagados pobres, que haja mais hospitais e pessoal disponíveis, pois o sistema de saúde principalmente no Ceará, está à beira do caos."
Aparecida Inês do Nascimento, Aquiraz (CE)

"Somos uma sociedade de contradições. Amamos as nossas vidas, mas tentamos defendê-las com um punhado de regras que normalmente supomos que os outros deveriam cumprir. Nos últimos tempos passamos a nos defender com uma burocrática parafernalha eletrônica. São pardais... lombadas... cameras... e um amontoado de multas, como se isto resolvesse."
Ronan Wittee, Porto Alegre (RS)

"Acabar com os veículos a motor e voltar às carroças e carruagens, mais seguras e charmosas..."
Edgard Franco Junior, Natal (RN)

"Deveria haver maior rigor na emissão de Carteiras de Habilitação, bem como uma reciclagem periódica para motoristas; uma lei mais rigorosa para punir o motorista em acidentes de automóveis com vítimas. Em caso de falecimento da vítima, e provando-se a culpa do motorista na ocorrência, o mesmo deveria ser preso por assassinato."
Cida Borges, Salvador (BA)

"Incluir desde o ensino fundamental orientações de trânsito e de responsabilidade na condução de veículos auto-motores. Esta abordagem pode ser de modo transversal, ou seja, utilizar de disciplinas já existentes para educar."
Reinaldo D. Villas Bôas, Guaranésia (MG)

"Aqui as vítimas chegam a 9.000 pessoas ao ano aproximadamente e os acidentes não diminuem mesmo com os mais modernos sistemas de radar, boas estradas e exames das auto-escolas mais rigorosos."
Edson Shimoda, Yokohama (Japão)

"Educação. De nada adianta aumentar a fiscalização, multas, ou diminuir limites de velocidade. Em países como a Alemanha, não há limite de velocidade em estradas e o índice de mortes nas estradas é consideravelmente menor que no Brasil, mesmo em índices proporcionais. Com educação, temos cidadãos conscientes de suas responsabilidades e obrigações. Claro que leis são importantes, mas elas de nada adiantam se as pessoas não entenderem a função social de serem responsáveis."
João Brunelli Moreno, Americana (SP)

"Cumpra-se a lei! Simples, não?"
Germano Pittigliani Sans, Rio de Janeiro (RJ)

"Combater o abuso do álcool e das drogas e acabar com a impunidade a quaquer um que tenha cometido uma infração de trânsito."
Braulio Salvador, Porto Alegre (RS)

"A mídia deveria ser solicitada a atuar de forma mais positiva na diminuição do problema, não se preocupando somente em mostrar as "desgraças" ocorridas mas sim chamar à população a conscientizar-se sobre a necessidade de atenção na prevenção de acidentes."
Claudio Agostini, São Paulo (SP)

"Prudência é o melhor recado para quem pretende dirigir. Agindo assim até o presente momento nunca fui responsabilizada por dano algum. Possuo a carteira há 30 anos, sem nenhuma ocorrência."
M. Lucia F. Coutinho, Rio de Janeiro (RJ)

"Acabar com a corrupção daqueles que deveriam orientar, educar e, eventualmente, punir os maus motoristas."
Roberto de Almeida, São Paulo (SP)

"Não há como educar se o carro é um fator de afirmação. Nesta sociedade em que todo mundo é verdadeiramente ninguém, comprar um carro, por mais velho que seja, e colocar película preta nos vidros é a maneira de ser superior por um momento. Enquanto os heróis da sociedade forem pessoas sem muita instrução, elevadas por atributos outros que competência, esforço e capacidade intelectual os motoristas continuarão a ser estes seres recalcados e violentos que desafogam suas frustrações no volante."
Helena, São Paulo (SP)

"Fazer carros com menos velocidade."
Oliver, Toronto (Canadá)

"A solução para o grande número de acidentes de trânsito no Brasil, torna-se impossível, principalmente se levarmos em consideração que o fator que mais tem peso nesses acidentes advêm dos problemas cotidianos enfrentados pelas pessoas, como, por exemplo, desemprêgo, relacionamentos conflitantes, falta de dinheiro, etc. Nessas condições, pouco adianta as campanhas educativas."
Francisco Manoel da Rocha Neto, Palmas (TO)

"É claro que leis mais duras ajudam a diminuir as mortes no trânsito, assim como boas estradas, campanhas educacionais etc., porém a solução é a fabricação de carros com velocidade limitada. Se educação, leis duras e boas estradas resolvessem, não haveria tantos acidentes e mortes em países da Europa e Estados Unidos."
Nelson Nunes, João Pessoa (PB)

"Medidas isoladas e paliativas não servirão de nada. Os índices de mortes no trânsito em outros países são muito menores que no Brasil. Portanto uma redução substancial é perfeitamente possível e deve ser perseguida."
Paulo Borba, Campinas (SP)

"Essas mortes acontecem pelo total desrespeito do motorista que ao assumir a direção de um carro se transforma num monstro, como se fosse o dono da estrada e as pesoas fossem formigas que se passa por cima."
Sylvio Espíndola, Porto Alegre (RS)

"Para diminuir:
- Melhorar malha de estradas.
- Cassar cartas e multas pesadas em quem dirige alcoolizado.
- Impedimento de circulção de veículos mal conservados.
- IPVA progressivo em autos mais velhos.
- Reeducação obrigatória de trânsito."
Paulo Sergio Formagio, Campinas (SP)

"É simples, voltar a fazer valer o original Código Nacional de Trânsito, que ao destes anos após a aprovação, sofreu várias alterações, protegendo muitos filhinhos de deputados e juízes de Brasília."
Roberto, Niterói (RJ)

"O Brasil é um gracinha, o país virou um circo. Imagine, as leis não permitem multar nas rodovias federais, o teste do bafômetro somente é realizado se o indivíduo quiser. Há impunidade completa e generalizada quando ocorre um atropelamento com morte. As carteiras de motorista são vendidas no interior até para cegos..."
Milton Guimarães

"Com leis bastantes rígidas no trânsito, só está faltando cumpri-las com rigor fervoroso."
Paulo Affonso, Santos (SP)

"Na maioria dos lugares a marcação é muito confusa, principalmente nas cidades. Estudar e aplicar melhoria de marcação não deve ser um grande investimento. A marcação influencia mais o motorista do que pensamos (largura/espaçamento/relevo/...)."
Pierre, Vitória (ES)

"Leis neste país não são respeitadas, não adianta radar, multas se o principal não é controlado. Olhe na rua, 50% dos carros não estão em condições de rodar, e mais que isto, as pessoas não sabem dirigir. Mas é mais fácil e rentável aplicar multas, uma grande fonte de renda para muitos."
Paulo Cesar, São Paulo (SP)

"É necessário um Plano de Ações de larga amplitude. Atacar todos pontos possíveis: Educação, melhoria da frota, melhoria das vias, legislação, novas tecnologias, etc. Em novas tecnologias vemos a possibilidade dos carros serem controlados segundo as vias que trafegam, onde a velocidade seria determinada por uma central que enviaria a informação para todos veículos através de sistemas de comunicações, forçando-os a limitar a velocidade. Essa mesma tecnologia poderia controlar as condições de manutenção de cada veículo, recebendo desses as informações sobre o estado de manutenção. Vencidos os prazos de manutenção, o veículo seria remotamente impedido de circulação."
Décio Justo Perez, Vitória (ES)

"Instalar mais radares fotográficos e conscientizar os motoristas."
José Carlos Aguiar Buchala, São José do Rio Preto (SP)

"Trânsito é um problema complexo, e se formos analizar as causas dos acidentes percebemos que cada acidente tem suas particularidades e responsabilidades. Exesso de velocidade, imprudência, faixas mal sinalizadas e mal conservadas são milhares de kilômetros, alta e baixa velocidade, motoristas mentalmente inaptos (loucos, egoistas, etc.), portanto a prevenção de acidentes é uma tarefa de todos. Como minimizar? Fiscalização intensa, e responsabilizar tanto governo como motoristas pelos acidentes. Motoristas pela irresponsabilidade e governo pela má conservação das estradas."
Ademar Lin Kleinubing, Porto Alegre (RS)

"Obrigar as fábricas de automóveis a fabricar carros com velocidade máxima de apenas 80 km/h, já que país algum tem ruas que suportem 100 km/h, além de obrigar os motoristas de todas as classes sociais a freqüentar um curso esclarecedor de como um automóvel tanto é um utilitário como também é uma arma extremamente agressiva."
Teresa, Rio de Janeiro (RJ)

"Lei para todos, sem imunidade para quem quer que seja, bafômetro à noite, se beber não dirija e se dirigir não beba. Na Irlanda, quando queremos ir para uma 'noitada', vamos de ônibus ou táxi, pois se a polícia pegar com mais de uma lata de cerveja ou uma dose de uísque, cadeia no bruto."
Sonia Maria Nogueira, Resende

"Deveria haver fiscalização mais efetiva nas ruas das grandes cidades, que o uso do bafômetro alcançasse todos, não somente os embriagados pobres."
Aparecida Inês do Nascimento, Aquiraz (CE)

"Os acidente nas estradas e ruas do Brasil, acontecem porque: 1º De um modo geral, o brasileiro é um mau motorista, 2º As estradas e ruas estão sempre em péssimas condições de uso e 3º Os abusos no trânsito decorrem da impunidade, raramente alguém é punido com rigor, e sempre tem aquele jeitinho brasileiro! Creio que campanhas de trânsito aqui no Brasil, não resolvem nada! A prevenção no trânsito, deveria partir dos próprios motoristas."
Arnaldo Camargo Rosa, São José dos Campos (SP)

"Controladores do trânsito, tanto nas cidades como nas estradas, visam muito mais "tirar proveito pessoal". Exemplo: aqui em Manaus foi criada a figura do "azulzinho", constituída por moças e rapazes novos. No começo orientavam, eram úteis. Hoje limitam-se a usar "o caderninho" Falar na polícia rodoviária federal é brincadeira. Traduzindo, os "novos" em bem pouco tempo adquirem e aprimoram as mazelas que todo o Brasil conhece, EXCETO o detentor momentaneo do poder."
Pedro de Alcântara Costa, Manaus (AM)

"É preciso mudar a forma que é tratada a coisa pública no país, ou seja, ao invés de dar prioridade à arrecadação com multas, mudar para retirar o infrator do trânsito pela suspensão da carteira. A maior causa de acidentes no Brasil é devido ao uso de drogas, álcool e sono ao volante. E ainda as estradas são péssimas, cheias de buracos, sem sinalização, mas cheias de radares e policiais para extorquir o cidadão."
Paulo, Volta Redonda (RJ)

"A modernização e massificação dos meios de transporte urbano coletivo, como ônibus, metrôs e trens urbanos, assim como a melhora da segurança dos mesmos, poderia ser um fator fundamental para a diminuição das mortes. Menos veículos nas ruas, menor a probabilidade de acidentes. Mas isso cabe aos governos em parcerias, implantar um programa realmente sério e competente de transporte coletivo."
Daniel Paixão Fontes, Campinas (SP)

"Fora as exceções, é raro alguém morrer andando a 80km/h. Fabricar veículos com limitação de velocidade seria a solução. Inaplicável no momento, pois antes de tudo os veículos oferecem status e ostentação. O futuro trará necessidade de mudanças e a fabricação de veículos 'nervosos e bebedores' será proibitiva, principalmente pela questão ambiental."
Thomaz Akimura, Curitiba (PR)

"Leis muito rígidas e severas. Quem atropela e mata no trânsito, deve ser condenado a muitos anos de prisão. Quem bebe dirigindo deve ser condenado a muitos anos de prisão e perder a carteira de habilitação. Quem desrespeita sinais de trânsito, deve ter a carteira cassada para sempre. Campanhas para um povo que não tem educação básica, não adianta. Tem que haver fiscalização e punição."
Arnaldo Platzer, Santo André (SP)

"Existem leis? São elas observadas? Porque não há multas pesadas e penalidades mais severas? Caso contrário tudo continuará como dantes no quartel de Abrantes e tudo como sempre termina em pizza... E viva os 'vivos' pois quem se lembra dos mortos?????? Ontem a TV americana mostrava uma reportagem sobre mortes no trânsito americano (altíssima) e o que eles pensam em fazer para diminuir acidentes... Aí, tudo vai para estatísticas que nem sempre revelam a realidade e números reais"
Eriberto Costa, Storm Lake (EUA)

"Trânsito é um problema complexo, e se formos analisar as causas dos acidentes percebemos que cada acidente tem suas particularidades e responsabilidades. Excesso de velocidade, imprudência, faixas mal sinalizadas e mal conservadas são milhares de quilômetros, alta e baixa velocidade, motoristas mentalmente inaptos (loucos, egoístas etc.), portanto a prevenção de acidentes é uma tarefa de todos. Como minimizar? Fiscalização intensa, e responsabilizar tanto governo como motoristas pelos acidentes. Motoristas pela irresponsabilidade e governo pela má conservação das estradas."
Ademar Lin Kleinubing, Porto Alegre (RS)

"Instalar mais radares fotográficos e conscientizar os motoristas."
José Carlos Aguiar Buchala, São José do Rio Preto (SP)

"É necessário um Plano de Ações de larga amplitude. Atacar todos pontos possíveis: educação, melhoria da frota, melhoria das vias, legislação, novas tecnologias etc. Em novas tecnologias vemos a possibilidade de os carros serem controlados segundo as vias em que trafegam, onde a velocidade seria determinada por uma central que enviaria a informação para todos os veículos através de sistemas de comunicação, forçando-os a limitar a velocidade. Essa mesma tecnologia poderia controlar as condições de manutenção de cada veículo. Vencidos os prazos de manutenção, o veículo seria remotamente impedido de circulação."
Décio Justo Perez, Vitória (ES)

"As mortes no trânsito devem ser prevenidas por educação de trânsito e condutores mais conscientes do que é ter um carro na mão. O governo tem sua participação sim pois através dele é que têem que vir programas para essa educação no trânsito."
Raphael, Londrina (PR)

"Diminuir o risco Brasil, eu chamo o risco Brasil de falta de estrutura em diversas áreas, tais como: estradas em péssimas condições, falta de fiscalização, sentimento de impunidade, difusão de um maior conceito de educação e civilidade no trânsito, aplicabilidade severa de leis, arrecadação com impostos e multas voltadas para o incentivo destas premissas citadas e não para utilização em outras demandas públicas, maior controle público desse dinheiro arrecadado. Atacando um pouco em cada setor deficitário creio que o percentual de mortes poderia diminuir consideravelmente."
Juan Pablo, São Paulo (SP)

"Na maioria dos lugares a marcação é muito confusa, principalmente nas cidades. Estudar e aplicar melhoria de marcação não deve ser um grande investimento. A marcação influncia mais o motorista do que nós pensamos. (largura/espaçamento/relevo/...)"
Pierre, Vitória (ES)

"Achamos que com leis bastantes rígidas no trânsito, só está faltando cumprí-las com rigor fervoroso."
Paulo Affonso, Santos (SP)

"É necessário que o 'condutor' entenda a importância dos seus atos. Resumo: treino e fiscalização!!"
Gilmar dos Reis, Maringa

"O Brasil é um gracinha, o país virou um circo. Imagine as leis não permitem multar nas rodovias federais, o teste do bafômetro somente é realizado se o indivíduo quiser. Há impunidade completa e generalizada quando ocorre um atropelamento com morte. As carteiras de motorista são vendidas no interior até para cegos..."
Milton Guimarães, Brasil

"Para diminuir: melhorar malha de estradas, cassar cartas e multas pesadas em quem dirige alcoolizado, impedimento de circulação de veículos mal-conservados, IPVA progressivo em autos mais velhos, reeducação obrigatória de trânsito."
Paulo Sergio Formagio, Campinas (SP)

"Essas mortes acontecem pelo total desrespeito do motorista que, ao assumir a direção de um carro, se transforma num monstro, como se fosse o dono único da estrada e as pessoas fossem formigas que se passa por cima. Agora, quando aparece uma jamanta na sua frente, ele freia instantaneamente para não amassar seu carrinho. É assim que funciona a cabeça desses motoristas que não respeitam o ser humano na sua frente."
Sylvio Espíndola, Porto Alegre (RS)

"Para diminuir as mortes no trânsito, basta aplicar a lei. Isso não acontece no Brasil."
Delmindia Silva Costa, de São Paulo (SP)

"O governo deveria participar mais da prevenção com campanhas de conscientização, mas de nada adiantariam as campanhas se a população não tivesse o mínimo de consciência para perceber o quão perigoso é o trânsito que em nosso país causa mais mortes do que uma guerra."
Pedro Sena, de São Paulo (SP)

"As autoridades devem fazer cumprir a lei. Tolerância zero! Por quê a polícia do trânsito não multa, não apreende, não prende, faz vista grossa? Porque não há vontade política! Coloquem a polícia para fiscalizar, inclusive de madrugada!"
Cesário Simões Júnior, de Florianópolis (SC)

"Para diminuir as mortes no trânsito, aqui nas cidades brasileiras, devemos seguir o bom exemplo de Londres: estabelecer políticas públicas para diminuição do número de automóveis nas ruas. Pedágios, zonas de baixa velocidade, multas e muita fiscalização para restringir os automóveis. Ao mesmo tempo, dar prioridade ao ser humano e sua qualidade de vida, com bons transportes públicos, calçadas amplas e ciclovias. A língua inglesa tem uma expressão que pode justificar esta violência no trânsito 'road rage'!"
Denir Mendes Miranda, de Brasília (DF)

"Educação e fiscalização rígida. No Brasil, as velocidades são altas demais, todo mundo tem que andar mais devagar, principalmente em áreas urbanas."
Acácio Piedade, de Florianópolis (SC)

"Estimular a utilização de veículos elétricos, que além de ecologicamente corretos têm velocidades mais baixas. Limitar a potência dos veículos, que é exagerada, para a maior parte dos trajetos urbanos."
Orlando Costa Neto, de Ribeirão Pires (SP)