'Vou continuar batalhando', diz bacharel em Direito com paralisia cerebral
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'Vou continuar batalhando', diz bacharel em Direito com paralisia cerebral que ficou órfão

Há pouco mais de um ano, Leonardo Mello, 48 anos, vivia uma fase de otimismo.

Com paralisia cerebral e dificuldades motoras, o bacharel em Direito estava feliz por estar se tornando conhecido por sua barraca de água na Avenida Atlântica, entre as praias do Leme e de Copacabana, com a logomarca da "Água do Léo" estampada no isopor e no uniforme azul.

Bacharel em Direito, buscava economizar o suficiente para fazer um curso preparatório para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e realizar o sonho de advogar.

Mas ele perdeu seu alicerce em fevereiro, com a morte de sua mãe, Ruth Valderez. "Foi um tombo para mim. Eu perdi minha mãe, perdi casa, perdi comida, perdi tudo. Apesar de eu trabalhar, eu era dependente dela. Ela que me ajudava, que mantinha tudo na casa, que criava o meu viver", diz à BBC News Brasil, minutos antes embarcar para Goiânia, onde vai morar a partir de agora.

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