China

Greve na China leva confusão às ruas

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Revoltados com os salários que recebem, trabalhadores de fábrica foram às ruas na China e entraram em confronto com seguranças.

Em média, os funcionários ganham o equivalente a cerca de R$ 300 por mês e praticamente não têm direito a folgas.

Um funcionário que preferiu não se identificar afirmou à BBC que "não se incomoda de trabalhar muito, mas também quer poder aproveitar a vida."

Neste ano, uma onda de greves se alastrou pelas fábricas chinesas. O milagroso crescimento econômico chinês se baseou em grande parte na fartura de mão-de-obra barata no país.

Os movimentos grevistas são uma ameaça não só ao modelo econômico chinês, já que a competitividade do país depende diretamente do baixo custo do trabalho, como ao próprio governo.

Agora, trabalhadores chineses começam a exigir uma fatia maior da riqueza que catapultou a economia chinesa às alturas. O que pode significar preços mais altos para consumidores em todo o mundo e mais greves na China.

Mas a organização de qualquer movimento de trabalhadores ainda é muito difícil em um país em que milhares de pessoas desembarcam diariamente nas grandes cidades em busca de emprego.

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