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25 de fevereiro, 2002 - Publicado às 13h15 GMT
FHC quer relação econômica estreita com a Polônia
O presidente brasileiro visita a capital da Polônia
O presidente brasileiro visita a capital da Polônia

Rodrigo Amaral, de Varsóvia

Os governos do Brasil e da Polônia esperam ver os dois países como parte de uma mesma área comercial em 2005.

É o que dizem os presidentes dos dois países, Fernando Henrique Cardoso e Aleksander Kwasniewski, que se encontraram nesta segunda-feira pela manhã no Palácio Presidencial de Varsóvia.

A declaração significa que, até 2005, a Polônia já espera ser um membro titular da União Européia e, uma vez lá, vai defender a assinatura de acordos de abertura dos mercados entre o bloco europeu e o Mercosul.

Mas alguns temas podem atrapalhar a vontade de cooperação demonstrada pelos dois presidentes. Um deles é a política de subsídio para a agricultura na União Européia, muito criticada pelo Brasil, mas da qual a Polônia pretende se beneficiar quando entrar no bloco.

"Terrorismo"

Kwasniewski admitiu que seu país pretende receber subsídios para a agricultura porque “esta é uma política da União Européia”.

“Mas, com dez novos membros, os níveis de ajuda deverão ser menores que os atuais”, ressalvou o presidente polonês.

Fernando Henrique, por sua vez, reafirmou sua esperança de que os países tenham uma relação comercial mais estreita.

Ele chegou ao Palácio Presidencial de Varsóvia com alguns minutos de atraso e, sob neve, assistiu ao lado de Kwasniewski uma cerimônia ao ar livre de boas-vindas.

Os dois presidentes também discutiram outros temas, como a chamada guerra contra o terrorismo, decretada pelo presidente americano, George W. Bush.

“Eu tenho insistido que é muito importante que o mundo não se concentre só na luta contra o terrorismo, porque os problemas sociais estão aí”, disse Fernando Henrique.

“Não sei até que ponto, neste momento, os vizinhos do norte, ou seja, os Estados Unidos, dado o ataque que eles sofreram, têm disposição socio-psicológica para ver outros problemas tão graves quanto o terrorismo.”

“Mas é uma questão de tempo, e eles serão levados a ver que há outros problemas muito sérios, e que nós não podemos simplesmente postergar ações”, completou o presidente.


 
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