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28 de fevereiro, 2002 - Publicado às 00h20 GMT
Exército vigia fronteira com Colômbia
 Combates estariam longe da fronteira
Combates estariam longe da fronteira

Marcia Carmo, de Buenos Aires
 
O comandante do Exército brasileiro, general Cleuber Vieira, desembarca, nesta quarta-feira, em Manaus. E segue em seguida para São Gabriel da Cachoeira, perto da fronteira com a Colômbia.

Ele vai acompanhar de lá a situação e os possíveis reflexos para o Brasil do conflito naquele país.

O governo brasileiro, como informaram à BBC fontes do Ministério da Defesa, está acompanhando com "atenção permanente" o combate entre as Forças Armadas colombianas e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias de Colômbia).

Oficialmente, no entanto, o governo brasileiro, na forma do Palácio do Planalto, Ministério da Defesa e Exército, argumenta que o combate ocorre a cerca de mil quilômetros do lado brasileiro da fronteira.

Avanço impossível

O governo brasileiro, argumenta ainda que este trecho é de mata fechada e de difícil acesso. O que, em tese, impediria o avanço dos guerrilheiros para o lado brasileiro da Amazônia.

Atualmente, a Amazônia inteira conta com a presença de 22 mil militares, dos quais 1.500  na região de fronteira. Uma área conhecida como Cabeça do Cachorro - assim chamada por ter o formato parecido com a cabeça do animal.

Nos últimos dias, o Exército reforçou a presença de soldados na região.

Mas, oficialmente, só revelou que outros 32 homens foram deslocados para a área mais "vulnerável".

"Só podemos garantir que estamos muito longe de atingir a marca dos 10 mil homens que foram deslocados quando ocorreu a guerra do Equador", disse o assessor da Defesa, referindo-se à guerra entre o Equador e o Peru, há quatro anos.

"É muito difícil manter muitos homens por tempo indeterminado naquela região. Eles teriam que ficar acampados. E até agora não estamos vendo motivos para isso".

Preocupação

Quando o presidente colombiano declarou guerra a guerrilha, o governo brasileiro respaldou a decisão de Pastrana de iniciar a ofensiva militar.

Porém, reiterou sua preocupação com uma possível intervenção militar estrangeira - eufemismo para a o envio de tropas dos Estados Unidos à Colômbia.

A preocupação do governo brasileiro é de que tal intervenção não gere, no futuro, a possibilidade de uma intervenção semelhante na Amazônia brasileira.  
 
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