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18 de setembro, 2002 - Publicado às 11h47 GMT
Corrupção custa quase US$150 bilhões à África
Suborno e gratificações são rotina na vida africana
Suborno e gratificações são rotina na vida africana

Elizabeth Blunt

A corrupção na África está custando ao continente quase US$150 bilhões por ano, de acordo com um novo relatório da União Africana (UA).

O orgão, que representa 53 países da África, criou uma convenção para eliminar práticas que, segundo o estudo, estão afetando mais seriamente os países mais pobres.

Corrupção é ilegal por toda a África, mas ela está profundamente enraizada na vida do continente.

Da garrafa de uísque para apressar a passagem do viajante pela alfândega aos presidentes desfrutando de um padrão de vida muito acima do que o declarado no imposto de renda, o que fica é a impressão de que não dá para fazer negócio sem que haja um presentinho envolvido.

Solução?


Custo embutido: 20%
O relatório, publicado antes de uma reunião, nesta semana, da União Africana na capital da Etiópia, Adis Abeba, não tenta desculpar estas "gratificações" como sendo parte da cultura.

O documento diz que a corrupção está custando à África mais de US$148 bilhões por ano, aumentando em 20% o custo de produtos, afastando investimentos e atrasando o desenvolvimento.

A maior parte do custo, diz o relatório, recai sobre os pobres.

A solução proposta pela UA é uma convenção que ofereça aos países signatários normas para lidar com o problema.

Segundo a convenção, todos os funcionários públicos deveriam declarar seus bens ao assumir seus postos, governos deveriam ter o poder de confiscar documentos bancários quando necessário e os julgados culpados deveriam ter seus bens confiscados.

Os países que assinarem a convenção terão também de concordar em extraditar os acusados de corrupção.

A criação da convenção reflete a consciência crescente dos danos que a reputação corrupta dos países africanos vem causando.

Os líderes mais progressistas do continente estão tentando construir uma nova parceria com investidores e doadores internacionais. Prestação de contas e transparência são parte essencial do acordo.


 
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